Criança

Absurdo! Papai Noel é apedrejado por crianças por não ter mais guloseimas

Ele não chegou a ser atingido, mas ficou muito assustado

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

(Foto: divulgação)

(Foto: divulgação)

Um grupo de voluntários estava fazendo distribuição de guloseimas no bairro Porto Seguro, periferia de Itatiba, cidade do interior de São Paulo no domingo dia 10 de novembro. Quando os doces acabaram, o homem que estava vestido de Papai Noel virou alvo de pedras de crianças com idades entre 9 e 12 anos.

Ele não chegou a ser atingido, ainda bem! Mas ficou bem assustado com o comportamento delas, por isso, o grupo inteiro foi embora. Depois de reabastecerem os sacos, continuaram a distribuição em outras regiões da cidade.

Em entrevista para IstoÉ, o homem não quis se identificar, mas contou que se fantasia todos os anos para fazer a distribuição em bairros periféricos e que se assustou quando as crianças passaram a jogar as pedras, gritando palavras de baixo calão, como “filho da p…” e “vai tomar no c…”, imagina só??

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Ele usou o Facebook para desabafar sobre o caso.

“Quando estávamos indo para o Porto Seguro, passamos por três ruas, até que chegou o momento em que acabaram as balas. A partir desse momento, muitas crianças começaram a nos insultar, tacando várias pedras… É uma situação muito triste, pois fazia algum tempo que não íamos para lá por conta da mesma situação. Agora vai ser mais difícil ainda voltarmos, mas pedimos aos pais para trazerem as crianças ao centro da cidade, na vila natalina, para prestigiar o Natal tradicional itatibense.”

O Papai Noel ainda contou que não é a primeira vez que é hostilizado enquanto estava fantasiado no bairro, tanto é que a distribuição estava suspensa há quatro anos em Porto Seguro. O caso não foi registrado na Polícia Civil, mas repercutiu nas redes sociais.

E não é para menos, né? A culpa é da (falta de) educação que os pais dão para os filhos e de uma sociedade que não protege as próprias crianças ensinando, dando carinho e mostrando o que é certo e o que é errado. Precisamos entender que esta reação não é de responsabilidade apenas dos pais, mas da forma como nós mesmo nos importamos com elas.

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