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Por que existem pais que não vacinam seus filhos? Descubra

Este é um assunto que gera bastante discussão entre as mães

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Redação Pais&Filhos

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Este assunto é um botão de problemas que levanta discussões a favor e contra. Mas o que leva os pais a não quererem dar vacina em seus filhos, mesmo com os médicos recomendando fortemente? Um novo estudo de pesquisadores de saúde pública da Universidade de Emory descobriu que essa decisão vem acompanhada dos valores que essas famílias levam consigo.

O estudo foi baseado na “teoria de fundação da moral já estabelecida”, o que explica decisões baseadas em cinco valores: cuidado/perigo, equidade, lealdade, autoridade e pureza. “Assim como nós estamos inclinados a dar preferência para alguns valores, outras pessoas preferem os valores opostos aos que escolhemos”, diz o autor do estudo Saad B. Omer, professor de saúde global epidemiologia e pediatria em Emory. Usando testes padrões para os fundamentos morais e a atitude de vacinar, os pesquisadores questionaram os participantes do estudo. “O que nós descobrimos é que nas pessoas que hesitavam muito a respeito de vacinas tinham uma grande associação com pureza e liberdade, mas ao mesmo tempo uma associação negativa com autoridade.”

Algumas mensagens que os medicos (e mães revoltadas na internet) costumavam usar para convencer outros pais a vacinarem seus filhos são baseadas nos valores de cuidado e equidade: Vacinas protegem seu bebê do perigo, e todo mundo fica protegido se mais pessoas são vacinadas. Mas essas mensagens podem não ser úteis para quem leva outros valores mais a sério.

Esses dois valores –pureza e liberdade- são onde as mensagens anti vacinação se baseiam. Elas dizem que as vacinas contêm toxinas ou que não são “naturais”, e isso afeta quem é a favor do valor pureza.

Isso não significa que os pais que não vacinam seus filhos não ligam para a saúde deles – é só que o “cuidado/perigo” não é um valor que separa eles dos pais que escolhem vacinar os filhos. Omer diz que “o valor de cuidar e proteger pode ainda ser relevante, mas não é algo que diferencie os dois tipos de pais”.

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