Bebês

Absurdo! Bebê de 2 meses morre após ter diagnóstico errado e ser enviada para casa

A mãe teve certeza que tinha que compartilhar a sua história

Rhaisa Trombini

Rhaisa Trombini ,Edileyne e Geraldo

(Foto: Reprodução/ Mirror UK)

(Foto: Reprodução/ Mirror UK)

Amber Rafferty, de 2 meses, foi levada pelos pais, Veronica e Scott, ao Royal Hospital for Sick Children na cidade de Edinburgh, na Escócia, depois de notaram que a menina não estava passando bem. Lá, ela foi diagnosticada com prisão de ventre e foi liberada pelo médicos, que diziam que não havia com o que se preocupar.

Porém, no dia seguinte, Amber morreu de meningite. A família recorreu ao NHS Lothian, que investigou o caso, e disse que não havia nada que os médicos pudessem ter feito diferente. “Eu discordo completamente. Eu só quero salvar outra família da tristeza de perder um filho devido a negligência“, disse Veronica ao Mirror.

Segundo a mãe, Amber estava em seu berço pela manhã, mas não estava respirando. Ela começou os primeiros socorros na filha até a ambulância chegar. “Foi o pior dia das nossas vidas.”

(Reprodução/ Mirror UK)

(Reprodução/ Mirror UK)

Scott disse que estava se preparando para sair da casa quando ouviu o grito da esposa. “No dia anterior, nos disseram que Amber estava com prisão de ventre, mas ela estava morrendo. Ela tinha meningite e estava nos estágios iniciais. Eles nem sequer a mantiveram durante a noite.”

Os paramédicos conseguiram ressuscitar Amber no caminho e ela foi tratada com uma bomba de antibiótico. Mesmo com os esforços, Veronica foi informada de que o coração da filha estava fraco demais para sobreviver. “Eu não consegui desligar as máquinas de suporte de vida. Foi tão traumático. Eu ainda não consigo acreditar que ela se foi”, disse a mãe ao Mirror.

No dia da consulta, uma enfermeira notou que os batimentos da menina estavam muito rápidos, mas o médico disse que era apenas por ela estar inquieta. O médico receitou um alimento especifico para que seu intestino voltasse ao normal e realmente voltou, mas o problemas era muito maior.

(Reprodução/ Mirror UK)

(Reprodução/ Mirror UK)

Segundo Veronica, os médicos haviam discutido a possibilidade de infecção, mas optaram por não fazer o teste. “Eu não sou médica, mas se eles tivessem me dito que poderia haver uma infecção, eu teria dito que queria que ela fosse testada. Eu não sabia até que fosse tarde demais.”

Amber tinha nascido de 24 semanas em fevereiro desse ano, mas já era forte, não precisava de equipamentos para respirar. “Ela foi nossa primeira bebê e minha única filha. Ela era perfeita. Teve que passar um tempo na unidade neonatal, mas ela era uma lutadora.”

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