Bebê arrancado do útero da mãe respira sem aparelhos e enche a família de esperanças: “Ele está lutando”

O menino chegou a ser diagnosticado com morte cerebral

Yovanny Jardiel Lopez está lutando pela vida (Foto: Reprodução/Facebook Yovany Lopez)

Yovanny Lopez, o bebê arrancado da barriga da mãe, já está respirando sem a ajuda de aparelhos e dando, cada vez mais, novas esperanças para a família. Ele foi levado para o hospital depois de ter sido retirado a força da barriga da mãe por uma estranha, que queria roubá-lo. Os médicos disseram que Yovanny não tinha atividade cerebral, mas está sempre surpreendendo.

O advogado da família, Frank Avila, conversou com o canal ABC e disse que o menino está se recuperando muito bem. “Ainda há um longo caminho a percorrer para o bebê, mas Yovanny está lutando e sobrevivendo”, contou. O advogado também disse que o recém-nascido é um bebê bonito, com muito cabelo e parecido com o pai.

Como o nascimento da criança foi muito traumático, os médicos disseram que haviam grandes chances de ele não sobreviver ou até mesmo ter uma morte cerebral, eles disseram que Yovanny não estava apresentando sinais de atividade no cérebro.

Julie Contreras, uma amiga da família, disse à imprensa que o hospital tem prestado um bom serviço à família Lopez e ao bebê, mas também pediu para que o público continuasse orando pela recuperação. Mesmo que, agora, o hospital esteja dando um bom atendimento à todos, o local ainda vai ser investigado.

Segundo o ABC, quando a assassina da mãe de Yovanny chegou ao hospital dizendo que a criança era dela, os médicos sabiam que era mentira, não havia nenhum sinal de que ela tinha dado à luz e mesmo assim o hospital não avisou a polícia.

Julie também falou sobre essa situação e o quanto isso deixa a família abalada. “Eles estão defendendo os direitos dessa assassina e é difícil para a família ouvir isso. É difícil. É doloroso. É como se estivessem sendo vitimados de novo”, contou.

A família Lopez entrou na justiça para pedir mudanças na política do hospital para que não aconteça com outras famílias o que aconteceu com eles, até porque a mulher que matou a mãe de Yovanny ficou 3 semanas como acompanhante do bebê.

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