Bebê de 1 ano com doença extremamente rara no coração, ganha um transplante de órgão incomum

Easton Sinnamon, bebê de apenas 1 ano, já realizou três cirurgias ao longo dos primeiros anos de vida. Mas, agora, recebeu um transplante de órgão que mudará sua qualidade de vida

Resumo da Notícia

  • O bebê de 1 ano já passou por três cirurgias durante os primeiros meses de vida
  • Agora, o Easton Sinnamon passou por uma cirurgia incomum que renovou as esperanças da família
  • A criança nasceu com uma doença que atinge apenas 1¢ dos recém-nascidos

A família do Easton Sinnamon, bebê de apenas 1 ano, finalmente consegue respirar aliviada, após saber que a criança terá acesso à uma cirurgia que vai mudar completamente o bem estar do menino. A criança nasceu com um defeito congênito no coração e já passou por três cirurgias ao longo da vida. Mas, agora, depois de muita espera, conseguiu um transplante de coração.

-Publicidade-

O bebê, morador de Asheboro, na Carolina do Norte, Estados Unidos – recebeu um transplante cardíaco um tanto quanto inovador. Pois, além do menino receber o novo coração, ele recebeu um tecido do timo, que nada mais é que uma glândula do sistema de defesa do organismo. Todos os órgãos foram recebidos do mesmo doador.

Segundo o Joseph W. Turek, chefe de cirurgias cardíacas pediátricas da Duke University Hospital, profissional que acompanhou o bebê, o novo transplante irá reduzir a quantidade de medicamentos que o menino ingere. “Este é um grande passo na direção certa […] Espero que um dia, em um futuro próximo, não precisemos usar doses tão altas de imunossupressão com essa técnica [referindo-se ao transplante do tecido do timo]”, disse o médico, em entrevista ao Good Morning America.

A menina tem 10 anos e dias antes do aniversário conseguiu fazer a cirurgia
Bebê de 1 ano passa por transplante de coração (Foto: iStock)

Ainda em declaração, o médico falou que não é comum que um bebê tenha fazer várias cirurgias de transplantes de órgãos e tecidos. Mas, a Kaitlyn Sinnamon, mãe do bebê, disse que ela e o marido não mediriam esforços para ver o bem estar do filho. Visto que, o caso do Easton era extremamente grave.

A Kaitlyn descobriu sobre o defeito congênito no coração do filho, após fazer uma ultrassom quando estava na 20ª semana gestacional. Logo em seguida, descobriu como a doença era rara e atingia apenas 1% dos recém-nascidos.

Quando o Easton nasceu, também foi descoberto que o bebê tinha uma válvula cardíaca danificada. E, graças a esse novo transplante, o garoto terá mais qualidade de vida.