Bebê sobrevive após bolsa romper aos 3 meses de gestação e mãe desabafa: “O funeral estava pronto”

Os médicos sugeriram várias vezes para que ela interrompesse a gravidez

Ela foi considerada um milagre de natal (Foto: reprodução / The Sun)

Kirsty Mizon ficou em choque quando recebeu a notícia de que a filha não teria chances de sobreviver. A mãe, de 23 anos, foi para casa e esperou que o pior pudesse acontecer, e já tinha até mesmo planejado o funeral da menina que não havia nascido, incluindo a roupa que ela usaria.

Conforme a gravidez de Kirsty ia progredindo, ela começou a acreditar que as orações estavam sendo respondidas. Depois da bolsa romper às 13 semanas de gestação, ela conseguiu prolongar para que o bebê ficasse até a 29º semana dentro da barriga. Chamada de “milagre de natal” pela mãe, ela veio ao mundo no domingo, 1º de dezembro.

A bolsa rompeu com 13 semanas (Foto: reprodução / The Sun)

Em entrevista ao jornal The Sun, Kirsty contou: “Eu sei que isso não acontece com todo mundo e nem sempre há um bom resultado, mas espere, se puder, porque pode haver um final feliz”. Quando a bolsa se rompeu com 13 semanas, a mãe tomou um susto: “Quando descobri que estava grávida, fiquei muito animada e comecei a comprar coisas imediatamente. Eu tinha 13 semanas de gravidez quando acordei à noite. Pensei que estava suando porque estava quente, então troquei de pijama e voltei para a cama.Isso foi às 4 da manhã. Às 8 da manhã eu estava caminhando para o trabalho quando pensei que precisava do banheiro e comecei a pingar sangue“, contou.

Depois que percebeu a gravidade da situação, a mulher chamou uma ambulância e pensou no pior. “Os médicos do hospital disseram que minha bolsa havia estourado e que meu bebê morreria dentro de 48 horas. Me mandaram para casa para esperar que isso acontecesse”. Depois de ver que os batimentos cardíacos da filha ainda eram fortes, ela voltou para o hospital e os médicos achavam que ela estava esperando por um menino. Mais uma vez foi dito que o bebê não sobreviveria ou nasceria deficiente.

“Durante toda a gravidez, eles me ofereceram interrupções e disseram que ele será prejudicado e não poderá usar seus membros. Os médicos disseram que, sem fluido, o bebê não teria capacidade pulmonar ou seria capaz de se mover. Foi horrível“, desabafou. Kirsty é mãe de Leo, de três anos e de Logan, de dois.

A mãe já havia preparado o funeral (Foto: reprodução / The Sun)

Ela contou também que não conseguia frequentar lugares públicos, porque ver outros bebês a deixavam com medo e triste. A cesariana estava programada para as 34 semanas de gravidez, mas com 29 semanas, Kirsty começou a sentir dores e entrou em trabalho de parto. “Então eu ouvi meu bebê chorar. Foi a melhor sensação de sempre, o melhor som que eu já ouvi”.

“Ela está indo muito bem. Provavelmente estará no hospital até o ano novo, mas só tem um problema que pode ser resolvido com a fisioterapia. Eu ainda estou em choque. Eu simplesmente não posso acreditar que tenho um bebê. Uma linda menina. Ela é meu milagre de natal”, concluiu.

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