Doação de leite: tudo o que você precisa saber para ajudar outras mães e ser ajudada

A retirada é feita em domicílio e todas as orientações de higiene e cuidados com a extração e armazenamento são realizadas pela equipe da unidade de saúde

Resumo da Notícia

  • O leite materno ou do Banco de Leite Humano diminui a mortalidade infantil
  • Ressaltamos a importância da doação de leite materno, e como isso pode ajudar outras mães
  • Com depoimentos emocionantes, você irá conhecer quem doou e recebeu o leite materno
  • As mulheres que tiverem dificuldade em amamentar, podem procurar um BLH
Com histórias emocionantes, várias mães contaram as próprias experiências (Foto:  Getty Images)

O Banco de Leite Humano (BLH) é um serviço de saúde que promove a lactação, além de processar o leite humano. Ele surgiu a partir da necessidade de mulheres, que por algum motivo, não conseguiam amamentar. Chamamos de leite cru ou leite materno ordenhado, o que somente pode ser oferecido ao próprio filho; e leite pasteurizado é exposto a uma temperatura inferior ao seu ponto de ebulição e em seguida exposto a um resfriamento súbito, a fim de eliminar microrganismos nocivos. Desta maneira, o leite pasteurizado pode ser oferecido aos bebês que o necessitam, em geral prematuros, internados em unidades neonatais.

É importante deixar claro que quando a mulher tiver dificuldades para amamentar, pode recorrer ao banco de leite mais próximo para receber auxílio tanto pelo leite empedrado, retorno ao trabalho, etc. As mães com produção acima da demanda do filho podem procurar o BLH para doação, pois é muito importante uma vez provado cientificamente que o melhor leite para um recém-nascido prematuro doente é o materno, seguido pelo leite de BLH, contribuindo para a redução da mortalidade infantil.

Mulheres que possuem dificuldades na amamentação podem procurar o BLH (Foto: Getty Images)

Todo mês um tema diferente sobre o universo da amamentação com depoimentos de leitoras e a declaração da nossa especialista:

“Em 2017 precisei de doação para minha filha Lorena, que nasceu prematura. Infelizmente ela não resistiu. Um ano depois Rafael nasceu e eu fui abençoada com leite em abundância. Pude doar e foi um misto de gratidão.” KARINA BIALLI, mãe de Lorena e Rafael

“Tive uma gravidez muito turbulenta de trigêmeas. Elas nasceram no sexto mês de gestação e ficaram na UTI. Nesse tempo precisei de doação de leite materno e ele fez toda a diferença pra gente. Hoje elas têm 7 anos e são saudáveis.”
CRISTIANY CUNHA, mãe de Jamilly Maria, Nicolly Maria e Mickaelly Maria

“Eu pude doar até meu filho completar 7 meses. A sensação de amamentar por si só é encantadora. Saber que eu ainda pude ajudar mulheres e, principalmente, bebês, tornou mais prazeroso ainda esse momento!”
CAMILA OIKO, mãe de Arthur.

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