Bebês

É verdade! As crianças reais do século 21 têm rotina menos formal

Veja as diferenças em relação aos seus antepassados

Gabrielle Molento

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(Foto: Divulgação)

Que a Duquesa Kate e o príncipe William têm uma maneira diferente de tratar seus filhos do que os casais reais mais antigos é algo que já havíamos percebido. A atitude dos pais de se agacharem para falar com os pequenos chama atenção do público há um bom tempo. Mas essa atitude é apenas uma dentre muitas outras.

George, Charlotte e Louis, apesar de receberem algumas regalias típicas de uma família real da monarquia britânica, têm a criação menos formal e com mais participação dos pais.  Em 2016, William contou à BBC que levava muito a sério a responsabilidade com relação à sua família.

“Quero educar meus filhos como pessoas boas, com noções da importância do serviço (ao público), mas, se eu não puder dedicar meu tempo a eles, ficarei preocupado com seu futuro”, afirmou o príncipe.

Essa criação diferente também foi mostrada no perfil do casal traçado pela revista Vanity Fair em 2016 que mostrou que a família tinha empregados domésticos, porém que não atuavam em tempo integral. O número de funcionários também era bem menor do que o que costumam, historicamente, cuidar da rotina do palácio e dos bebês reais. Na época em o príncipe William era criança, por exemplo, ainda havia uma numerosa e rigorosa equipe de funcionários para quem cada detalhe da criação era concedido.

Além disso, George frequenta uma escolinha em Londres e Charlotte um berçário, o que também foge da educação inicial da realeza. Apesar de serem instituições particulares e com preços inacessíveis para boa parte da população, as gerações anteriores sequer frequentavam a escola nessa idade. Em geral, a nobreza britânica foi acostumada a ser educada dentro do lar.

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