Bebês

Juliana Alves desabafa sobre processo de desmame da filha: “Vamos conseguir e ficaremos bem”

A atriz é mãe de Yolanda, de 2 anos, fruto de seu relacionamento com Ernani Nunes

Isabella Zacharias

Isabella Zacharias ,Filha de Aldenisa e Carlos

Juliana Alves e Yolanda (Foto: Reprodução/ Instagram)

Juliana Alves emocionou os seguidores ao fazer uma homenagem para sua filha, Yolanda, de 2 anos. Na terça-feira, 5 de novembro, a atriz publicou uma foto ao lado da menina, fruto de seu relacionamento com o diretor Ernani Nunes, e desabafou sobre maternidade e sobre iniciar o processo de desmame com a menina.

“A minha pequena grande bebê, tá virando uma menininha e eu amadurecendo nessa arte de ser mãe. Estamos caminhando no nosso tempo, com afeto, cuidado, atenção, paciência, com essa conexão incrível que temos. Evoluir as vezes dá medo mesmo. Medo de não conseguir fazer você entender, medo de te fazer sofrer. Medo de sentir saudade de tudo que temos agorinha aqui… É preciso trabalhar o desapego pro amor ter espaço de educar”, disse a atriz na legenda da publicação.

“Cada sorriso teu após um choro me faz entender que você também quer ver os limites. Quer saber que eu estou cuidando e isso te traz conforto. Com amor a gente se entende. Agora, precisamos aprender a lidar com aquele nosso hábito noturno. Com o não ter… Aquele momento que era só nosso… Vamos conseguir e ficaremos bem. Muito bem. Seguiremos juntas. Yolanda tem 2 anos. Vamos falar sobre o processo do desmame?”, finalizou Juliana.

Juliana Alves iniciará o desmame com a filha Yolanda (Foto: Reprodução / Instagram @julianaalvesiam)

Nos comentários da publicação, os seguidores deram algumas dicas para Juliana para facilitar esse processo. “Aqui em casa foi com 2 anos e 8 meses, mais dolorido pra mim do que pra ele, confesso”, disse uma seguidora. “Com amor e respeito esse processo será tranquilo e leve”, recomendou outra fã. “Seguimos firmes no amor! Um desligamento necessário, evolutivo! Te amamos, nossa menina“, declarou o pai Ernani Nunes.

Desmame
A fase em que o bebê deixa de mamar no peito gera muito medo e ansiedade para os pais. É comum pensar que a criança possa ficar desnutrida ou sinta falta do vínculo afetivo entre mãe e filho que foi construído através da amamentação.

Como (e quando) deixar de amamentar?
Antes de qualquer coisa, saiba que para responder a essa pergunta não existe uma fórmula secreta ou uma regra geral. Cada mãe vai fazer o desmame do seu próprio jeito. Porém, o mais importante é que ela queira parar de amamentar de verdade: “Não basta dizer que precisa parar. Porque ela não vai conseguir. A mãe transmite suas inseguranças para o bebê. É muito mais fácil quando ela tem certeza. Muitas crianças que mamam durante muito tempo, é porque a mãe não foi firme”, explica Betty Monteiro, mãe de Gabriela, Samuel, Tarsila e Francisco, psicóloga, pedagoga e escritora.

O  psicológico da mãe conta muito nessas horas. Isso vale também para a volta ao trabalho. Algumas mães costumam amamentar mesmo após o fim da licença-maternidade e não têm problema nenhum nisso.  “A importância da amamentação não é só nutritiva, é a questão emocional”, afirma Betty. Pensando nisso, só vale a pena continuar amamentando depois da volta ao trabalho se isso não for um bicho de sete cabeças. Se você amamenta sem gostar, sem poder ou quando está cansada, isso se torna um sacrifício. “Tem que ser uma hora sagrada, quando a mãe está relaxada, inteira para aquele bebê. Em circunstâncias em que ela está esgotada ou não está disposta, não faz bem para a criança”, diz Betty. Ou seja, você precisa conhecer os seus limites.

A recomendação do Ministério da Saúde, assim como da Organização Mundial da Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Academia Americana de Pediatria, é de que a amamentação seja exclusiva até os 6 meses de vida e que o bebê seja amamentado até completar 2 anos, com alimentação complementar. “Após a introdução alimentar, que deve começar a partir dos 6 meses de idade, é interessante que o leite materno continue complementando a alimentação do seu filho até os dois anos de idade pelo menos”, explica Corintio Mariani Neto, ginecologista e obstetra, presidente da Comissão Nacional de Aleitamento Materno da Febrasgo e diretor técnico do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, pai de Adriana, Renata e Cassio e avô de Pedro Henrique, Alexandre e Felipe.

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