Mãe engravida duas vezes em uma semana após desistir de ter filhos novamente

A mãe londrina de 30 anos, Alina Luca, havia desistido de ter filhos outra vez por conta do hipertireoidismo. Um mês depois de receber a notícia de que tinha apenas 5% de chance de engravidar, ela engravidou duas vezes na mesma semana

Resumo da Notícia

  • Médicos disseram a uma mãe que ela tinha apenas 5% de chances de engravidar
  • Um mês depois de receber a notícia, ela recebeu o teste de gravidez positivo
  • Em um exame descobriram que ela havia engravidado duas vezes em uma semana

No bairro de Newham, em Londres, uma mãe recebeu a notícia de que tinha apenas 5% de chances de engravidar de novo depois do nascimento da primeira filha. O que a londrina não esperava era que, em apenas um mês, engravidaria duas vezes na mesma semana.

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Depois de desistir de ter filhos, Alina Luca engravidou duas vezes em uma semana
Depois de desistir de ter filhos, Alina Luca engravidou duas vezes em uma semana (Foto: Reprodução/ Kennedy News and Media)

A mãe Alina Luca contou ao The Mirror que não achava que isso seria possível: “Perguntei aos médicos: ‘Você está falando sério? Como pode ser possível engravidar quando já está grávida?”. Os doutores explicaram a ela que, apesar de ser algo muito raro, esse caso pode acontecer. Descobriram que as irmãs Ellie e Millie tinham uma semana de diferença por conta de um exame feito, em que perceberam que uma era um pouco menor do que a outra.

“É um milagre que isso tenha acontecido comigo”, disse Alina. Esse milagre tem o nome de superfetação, que é exatamente quando uma nova gravidez acontece nos primeiros dias ou semanas de outra.

Mãe engravidou um mês depois de desistir de engravidar novamente
Mãe engravidou um mês depois de desistir de engravidar novamente (Foto: Reprodução/ Kennedy News and Media)

A londrina já era mãe de uma menina de 9 anos, e contou que sempre desejou uma família grande, mas depois de dois anos tentando engravidar novamente e as baixas chances de conseguir por conta do hipertireoidismo, desistiu do sonho.

Depois de um mês em que recebeu a notícia de que tinha de 5% a 10% de uma nova gravidez, Alina chorou de alegria e até mesmo ligou para a irmã para mostrar o teste positivo e confirmar se não estava sonhando. As irmãs (que, medicamente falando, não podem ser consideradas gêmeas) nasceram com 35 semanas.