Mulher grávida escuta de dois médicos que o bebê faleceu mas tudo não passou de um engano

Olivia Chavira, gestante na 14ª semana, começou a sangrar em uma ultrassom vaginal. Os médicos falaram que o bebê havia falecido. Mas, a mãe optou em procurar outros profissionais

Resumo da Notícia

  • Uma gestante ouviu de dois médicos que o bebê não estava com batimentos cardíacos
  • A mãe ficou desesperada e decidiu procurar a opinião de outros profissionais
  • A família toda se surpreendeu com o resultado final

Olivia Chavira, mãe na 14ª semana gestacional, foi ao hospital fazer uma ultrassonografia de rotina. Quando que, de maneira repentina, começou a sangrar muito. A gestante chegou a pensar que estava passando por um aborto espontâneo, porém, após o resultado do exame sair – a Olivia ficou mais aliviada em saber que tudo estava bem com o seu bebê. “Tinha um batimento cardíaco muito bom. E até teve soluços”, contou a mãe, em uma entrevista ao The Sun.

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No entanto, dias depois do resultado sair, a obstetra de Olivia solicitou uma nova conversa com a gestante, além de pedir outra ultrassom vaginal. “Ela começa a fazer ultrassom em mim. Eu soube em poucos segundos que algo estava errado, pela sua linguagem corporal. Ela não estava dizendo nada. Eu não ouvia um batimento cardíaco (do bebê) e, por algum motivo, senti que algo estava errado”, relatou a Olivia

A situação começou a ficar mais séria quando a obstetra chamou outro médico para ter uma nova opinião sobre a ultrassom vaginal de Olivia. “Então o próximo médico chega, ele faz um ultrassom vaginal, e depois de alguns minutos ele falou:  ‘Sim, desculpe, não há batimentos cardíacos’.”

Olivia Chavira, gestante que pensou que o filho tinha falecido
Olivia Chavira, a gestante que pensou que o filho tinha falecido (Foto: Reprodução/TitkTok)

Após a noticia do falecimento do bebê, os médicos informaram que ligaria para a Olivia para marcar o procedimento de dilatação e curetagem (procedimento referente à dilatação do colo do útero e remoção cirúrgica de parte do revestimento interno). Visto que, a grávida já estava em uma fase gestacional muito avançada para abortar sozinha.

“A caminho do trabalho, faltavam alguns dias para o procedimento (dilatação e curetagem), minha mãe me ligou e ouvi algo diferente em sua voz. Eu conheço minha mãe muito bem e eu e ela temos uma conexão muito forte, e estava na voz dela, ela só queria que eu tivesse outra opinião”, falou a mãe.

Olivia Chavira decidiu seguir o conselho da mãe e se direcionou para outro centro hospitalar: “Chego lá, uma outra médica pergunta: ‘O que seu médico disse?’ e eu disse: ‘Dois deles, eles disseram que não havia batimentos cardíacos”.

E para surpresa da gestante, o novo médico disse que tudo não passou de um engano e que o bebê estava bem. “Então ela (médica) disse: ‘Estou com calafrios’. E ela vira a tela para mim e me mostra o bebê e ele está chutando e movendo os braços. Tem o batimento cardíaco mais forte”. Em conclusão, a mãe ficou aliviada e feliz por saber que tudo estava bem com o filho.