Mulher que acreditava não conseguir ter filhos por sofrer 3 abortos espontâneos dá à luz gêmeos

Silmara Kelly Marques achava que Deus não queria que ela fosse mãe pois sofreu 3 abortos espontâneos e sempre teve riscos nas gravidezes, porém ela foi surpreendida com a notícia de que seria mãe de gêmeos

Resumo da Notícia

  • Silmara Kelly Marques sofreu 3 abortos e achava que Deus não queria que ela tivesse filhos
  • Porém ela foi surpreendida com a notícia de que seria mãe de gêmeos
  • A mulher passou 10 anos tentando engravidar e neste domingo celebra o primeiro Dia das Mães com os filhos

Silmara Kelly Marques sofreu 3 abortos e achava que Deus não queria que ela tivesse filhos, porém ela foi surpreendida com a notícia de que seria mãe de gêmeos. A moradora de Bertioga, em São Paulo, passou 10 anos tentando engravidar e neste domingo celebra o primeiro Dia das Mães com os filhos.

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Ela contou ao portal do G1 que não teve dificuldades para engravidar, assim que começou as tentativas. “Com três anos de casados eu parei de tomar o anticoncepcional e depois de um mês já consegui engravidar”. Porém quando descobriu que sofria de trombofilia tudo se complicou.

“Na primeira gravidez tive uma trombofilia gestacional. Na segunda vez, foi nas trompas, porém não chegou a desenvolver a trombose completa. A terceira e última vez, eu tive um sangramento e um aborto espontâneo. Por isso precisei fazer curetagem”, explicou.

Em 2021, ao descobrir a quarta gravidez, em um espaço de dez anos, ela começou a tomar injeções que tratam a condição de trombofilia gestacional. “Todos os dias eu aplicava uma injeção, chegou um momento em que precisei tomar duas por dia, devido ao peso”.

Para Silmara, a nova gravidez foi um misto de alegria e medo. “Meu maior trauma era o ultrassom. Sempre que ia fazer o exame, não tinha bebê, nem batimentos. Não tinha nada”. Este é o primeiro ano em que Silmara passa o Dia das Mães com seus “bebês milagre”. “Deus escolheu a dedo a gente. É muita emoção. Nunca imaginei que eu seria mãe de gêmeos e naturalmente ainda”.

Para ela, a maternidade é “maravilhosa” e “inexplicável”. Apesar de terem nascido prematuras, as crianças não precisaram de tratamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, e agora se encontram crescendo cada vez mais, segundo Silmara. Eles estão com dois meses – completam três no dia 18.