Semana Mundial do Aleitamento Materno: quem puder, amamente

Essa é uma das experiências mais desafiadoras e prazerosas da maternidade, por isso, se possível, vale a pena viver esse momento de vínculo

**Texto por Priscila Pereira, mãe de Maria Beatriz e João Gabriel

Amamentação é realmente uma fase muito louca. No começo é difícil pra caramba, ainda no hospital, logo após o parto, vem a enfermeira dizer que o leite vai “descer” e você vai sentir kkkk. Descer de onde, pelo amor de Deus? Dá nervoso, será que estou sentindo direito, tenho leite?

A amamentação traz um vínculo único para a relação entre mãe e filho (Foto: Shutterstock)

Aí o leite “desce”, uia! Desce mesmo!! Futuras mamães, saibam que o peito vai encher, vai doer, vai ficar quente e pode até rachar, mas vai passar. Dura pouco tempo essa fase.

Aí vira uma maravilha, sou a Mulher-Maravilha amamentando minha cria em livre demanda mesmo, chorou, dá-lhe peito. A supermãe em ação.

Mas aí vem aquela pulguinha chata sussurrar no nosso ouvido: “Você virou uma mamadeira gigante!!”. Parece até que a cria só quer o seu colo quando está com fome. Oh vida!

No meu caso se passaram dois anos até o desmame e foi mais uma luta, com vários palpites do tipo: passa babosa, passa dipirona, coloca curativo. Eita, que difícil, mas nos acertamos. Só foi mais complicado da segunda vez, pois sabia que seria REALMENTE a última vez que amamentaria e teria esse vínculo tão lindo e importante com um filho.

Quem puder amamente! Se não puder ou não quiser, fique tranquila também, existem outras opções de bons leite e inúmeras formas de vínculos com os filhotes!