Natal é a capacidade de celebrar a união da família, todos bem grudadinhos!

Nenhuma data é tão esperada aqui em casa. Disparado, é a que a gente mais curte e ama. Mais que aniversário, até. Acredite. E olha que a gente ama um ritual, a gente ama festejar: Páscoa, fadinha do dente, Dia das Mães, das crianças, aqui nessa casa nada disso passa batido. Mas o Natal… Ah, o Natal! É imbatível.

 

(Foto: GettyImage)

ENTÃO É NATAL, QUE COISA MARAVILHOSA!

Não sei na sua casa, mas na minha, essa é a data mais esperada e celebrada de todo o ano.

Nenhuma data é tão esperada aqui em casa. Disparado, é a que a gente mais curte e ama. Mais que aniversário, até. Acredite. E olha que a gente ama um ritual, a gente ama festejar: Páscoa, fadinha do dente, Dia das Mães, das crianças, aqui nessa casa nada disso passa batido. Mas o Natal… Ah, o Natal! É imbatível.

O nosso calendário do advento começa em novembro. Todo dia compramos uma besteirinha para colocar nas nossas
botas. Sim, temos botas que, na falta de lareira, penduramos na estante e enchemos de besteiras para “abrir” só na noite do dia 24. No começo, a gente só colocava nas botas muitas balas, chocolates, guloseimas, besteira mesmo. Com o tempo a bota foi se modificando e ganhou presentinhos divertidos, tranqueiras do bem, sabe?

“Natal é a capacidade de celebrar a união da família, todos bem grudadinhos”.

Na noite do dia 24 fazemos um jantar beeem caprichado e maravilhoso, casa toda decorada, nos arrumamos bem lindos e é isso: horas em volta da mesa. É uma ceia, mesmo, como se deve. O Gringo, marido da Antonia, é quem cozinha. Este vai ser o primeiro ano que passamos aqui em Lisboa, ou seja, no inverno, o que ajuda na comilança. Nunca, no entanto, nos “apertamos” com o calor tropical delicioso do Brasil. Tudo é pretexto e rabanada com sorvete é uma delícia também.

Mas não há como negar que o frio ajuda numa outra tradição: dormimos a noite de 24 para o 25 com pijamas “temáticos”. Sim, você pode achar ridículo (e é, claro) mas a gente se diverte com isso. Faz parte, e é no 25 de manhã, devidamente empijamados que abrimos os presentes. Tudo é pretexto para esticar o efeito, a magia, prolongar o prazer. Claro que Natal com criança é outra coisa, mas nisso aqui nós somos totalmente crianças. Todos! Antonia vibra com tudo: embrulhar presentes, enfeitar a casa. É, a gente definitivamente acredita em Papai Noel. O que isso quer dizer? Que a magia, a imaginação, o compartilhar, o estar junto e celebrar a família são coisas muito importante para nós.

E Natal é a grande festa da família, né? É pra ficar grudadinho, sim. Porque você sabe: a gente acredita que família é tudo. Essa é a chave, esse é o ponto. E quer saber mais? Não faça do seu Natal uma obrigação. Se não quer ir na casa daquela tia chata onde “todo mundo vai”, não vá! Foca no seu filho. E não se esqueça nunca que na maioria das vezes, eles (os filhos) gostam mais do papel que embrulhava o presente do que do presente mesmo. Ou seja: Natal não é e não pode ser apenas uma troca de presentes, não. É, isso sim, a capacidade de celebrar a união da família.

Para comemorar, não precisa dar festa. Basta ter vontade e alegria. Vou repetir: Vontade e alegria! Deu vontade
de desenhar na janela? Desenhe! Montar uma árvore de papel? Fazer desenhos e espalhar pela casa? Faça! Com amor, energia e vontade. Feliz Natal, viu? Do fundo do coração.

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