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Xô, Alzheimer! Prótese consegue restaurar a memória de humanos com sucesso

Os pacientes tiveram de 35% a 37% das recordações de curto prazo restauradas

Redação Pais&Filhos

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(Foto: iStock)

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Em um estudo da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, cientistas da Wake Forest Baptist Medical Center conseguiram criar um implante de uma prótese que consegue restaurar de 35% a 37% da memória de curto prazo. Dá para acreditar? Ótima notícia para pessoas que sofrem com Alzheimer.

Funciona assim: o implante usa padrões de memória da própria pessoa para ajudar na capacidade do cérebro de recordar esses “arquivos”, de acordo com o site Só Notícia Boa. A pesquisa se concentrou em melhorar a memória episódica, se trata de uma informação nova dada pelo cérebro durante um curto prazoEssa é a mais afetada no caso de pessoas que sofrem com doenças como Alzheimer, derrame e traumatismo craniano.

Parece impossível, mas não é! Os pesquisadores usaram um sistema eletrônico de próteses e influenciaram os padrões de disparo de múltiplos neurônios no hipocampo (parte do cérebro responsável pela produção de novas memórias). No passo a passo isso quer dizer que eles registraram padrões neurais enquanto os pacientes estavam nas suas tarefas diárias, tudo monitorado por computadores.

Durante o uso do implante, os pacientes mostraram uma melhora na memória episódica de 37%. “Mesmo quando a memória de uma pessoa é prejudicada, é possível identificar os padrões de disparo neural que indicam a formação correta da memória e separá-los dos padrões que estão incorretos. Podemos ajudar o cérebro do paciente a formar novas memórias sem perdê-las”, explica Robert Hampson, professor de fisiologia, farmacologia e neurologia na Wake Forest Baptist.

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