Bruna Marquezine assume mania que teve até os 13 anos e surpreende: “Tive que negociar”

Ela contou o segredo para um quadro da Giovanna Ewbank no YouTube

A atriz teve que negociar para deixar a mania de lado (Foto: reprodução / Instagram @brunamarquezine)

Neste sábado, 14 de dezembro, em um quadro do YouTube, Giovanna Ewbank desafiou Bruna Marquezine a jogar “Verdade ou Consequência”. A atriz, foi desafiada à contar algo que ninguém soubesse, e a resposta acabou surpreendendo os seguidores.

Depois de escutar a amiga, até mesmo Giovanna não acreditou no que ouviu: “De tanto chupar dedo, os dentes de baixo vão ficando para dentro. Aí eu tive que usar aparelho. Só parei quando eu negociei um cachorrinho com a minha mãe”, confessou Bruna.

“Eu chupei dedo até uns 12 ou 13 anos. Parei bem adolescente já”. Durante a novela Mulheres Apaixonadas, em que a atriz interpretou Salete quando era criança, ela ainda assumiu que os espaços que a personagem tinha entre os dois dentes da frente eram por causa de ter chupado tanto o dedo.

Como faço para o meu filho parar de chupar o dedo?

(Foto: iStock)
(Foto: iStock)

Sim, a gente sabe que pode ser a coisa mais fofa ver seu bebê chupando o dedo. Mas, tirando a fofura, isso pode ser ruim para a arcada dentária da criança.

A revista Parents compartilhou, na edição de dezembro, o relato de uma mãe que sofria com a mania do filho de chupar o dedo. Só que ela descobriu um jeito de parar com isso. “Foi na primeira visita ao ortodontista, quando meu filho Ian completou 8 anos que aprendemos quanto a prática do meu filho de chupar o polegar iria nos custar”, escreveu Suzzanne Scholosberg.

Segundo a americana, os dois problemas mais comuns que o especialista explicou são uma mordida aberta (quando os dentes superiores se afundam para dentro) ou cruzada (quando os dentes superiores vão para trás dos dentes inferiores).

A técnica de como fazer a criança parar com o hábito veio de outra especialista indicada pelo ortodontista: Lonna Montgomery, ex-higienista dentária. “No primeiro dia, Montgomery entregou pra gente uma bandagem ACE, três alfinetes e uma atadura adesiva. Ficamos curiosos”.

O que eles tinham que fazer? Durante dez noites a criança teria que dormir com a atadura enrolada no polegar e a bandagem suavemente envolta do braço. Os alfinetes teriam que ser colocados na bandagem ACE no pulso, no cotovelo e no ombro para dificultar o apoio da criança na hora de colocar o dedo na boca.

Além disso, a especialista conversou com Ian e perguntou o que no quarto quando ele olhava dava vontade de chupar o dedo e a criança apontou os objetos sem hesitar. Removendo esses “gatilhos” as coisas se tornaram mais fáceis e ao final dos dez dias o combinado era que o filho ganharia um presente pelo esforço. 50 dólares!

“Os primeiros dias foram difíceis. Ian disse que a bandagem não machucava, mas incomodava. Fazia companhia na cama até ele pegar no sono”, relembra Suzanne. Mas depois do tempo estipulado, o hábito foi embora. “Ele mesmo quis continuar dormindo com a bandagem por mais 2 meses. Eu perguntei por que e ele respondeu: ‘perseverança'”.

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