Criança com câncer raro encontra na irmã mais nova a doadora perfeita e mãe desabafa: “Ela nos salvou”

Yasmim Marques Brito, de 7 anos, recebeu a notícia em janeiro deste ano que sua doença havia retornado e os médicos deram para a família três meses para encontrar um doador 100% compatível

Resumo da Notícia

  • Yasmin Brito recebeu o transplante de medula da irmã Ana Lívia na última quinta-feira, 20 de fevereiro
  • Após o retorno da doença, leucemia, em janeiro, ela precisava de um doador e descobriu que a irmã mais nova era 100% compatível
  • O procedimento foi feito no Hospital Graacc, em São Paulo
Yasmin encontrou na irmã mais nova, Ana Lívia, uma doadora de medula 100% compatível (Foto: reprodução / G1)

Yasmin Marques Brito, de 7 anos, recebeu o presente mais lindo da irmã mais nova, Ana Lívia, de apenas 1 ano: uma nova medula óssea. A menina, que vive com a família em Cubatão, São Paulo, recebeu a notícia pela segunda vez que tinha leucemia mielóide aguda (LMA). De acordo com o G1, essa é uma doença que costuma afetar pessoas com mais de 55 anos. Por isso, ela precisava de uma doação urgente, felizmente a Ana Lívia era 100% compatível com a irmã.

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O procedimento foi feito na última quinta-feira, 20 de fevereiro, no Hospital do Graacc, em São Paulo. Segundo G1, a família soube da doença em março de 2019, depois de suspeitarem de manchas na membrana branca dos olhos. Durante toda a luta contra o câncer, a menina recebeu o tratamento no Graacc, em agosto, a medula dela entrou em processo de remissão, o que significa que os médicos não encontravam mais sinais da doença no sangue.

Mas em janeiro, Yasmin começou a sentir dores nas pernas e um exame mostrou que o câncer havia retornado. Daniela Cristina Marques de Araujo Brito, contou em entrevista ao G1, que os especialistas disseram que ela tinha três meses para encontrar um doador compatível, porque não poderia mais passar pela quimioterapia. Então, começou a busca por um doador e a irmã mais nova foi a solução.

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“Ela ficou no centro cirúrgico cerca de duas horas. Quando saímos de lá, a Ana acordou batendo palminha. Parecia que sabia que estava salvando a vida da irmã”, contou a mãe emocionada.

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