Criança que estava desaparecida em Maringá é encontrada graças a voluntários

Paulo Henrique tem 12 anos e ficou um dia inteiro desaparecido

Resumo da Notícia

  • Paulo Henrique de 12 anos desapareceu na noite do dia 24
  • Após um dia procurando o menino a polícia e os voluntários encontraram ele
  • O caso aconteceu em Maringá no Paraná

Paulo Henrique é um menino de 12 anos que estava desaparecido em Maringá, no Paraná. O menino foi encontrado na tarde da última quinta-feira, 25, por volta das 14h. O menino estava desaparecido desde a noite desta quarta-feira, 24, e foi encontrado por voluntários da Defesa Civil no início da tarde desta quinta, nas proximidades da Praça Santo Antônio.

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“Felizmente, graças a Deus, o Paulo Henrique foi encontrado. Nós tínhamos informações de que ele estaria em uma praça. E acabou chegando para a gente que ele estaria próximo da Praça Santo Antônio. Vários voluntários, todos empenhados em procurá-lo, acabaram encontrando. Ele está bem e a família já está com ele”, explicou o diretor da Defesa Civil, Adilson Costa.

Na semana passada os pais ligaram para a polícia pois havia achado que a filha de 4 anos tinha desaparecido. Pouco tempo depois, a encontraram dentro da própria casa – dormindo embaixo de um travesseiro! A menina estava brincando de “esconde-esconde” com a irmã mais velha na hora do ocorrido.

A menina estava dormindo embaixo do travesseiro
A menina estava dormindo embaixo do travesseiro (Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal/ G1)

De acordo com a PM ao G1, foram 40 minutos até que a menina fosse encontrada dormindo embaixo do travesseiro. Segundo os policiais, a mãe havia ligado “desesperada” para relatar o desaparecimento da filha mais nova.”O tempo estava chuvoso e propício, então ela se escondeu e acabou apagando”, brincou sargento Marcelo.

A menina se escondeu no travesseiro do quarto dos pais. “Foi uma situação atípica, bem preocupante, mas que terminou em um final feliz. Os pais já tinham procurado, mas não encontraram. Fizemos buscas na casa, inclusive no quarto, e nas imediações, chamamos várias vezes pelo nome da criança, mas ela não respondia”.