Criança

Duas mães compartilham como é ter um filho alérgico à alimentos

Elas sabem pelo que você está passando

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Redação Pais&Filhos

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(Foto: Shutterstock)

Duas em cada 25 crianças têm uma alergia alimentar. Isso significa que um número impressionante de pais deve se preocupar todos os dias sobre como proteger seus filhos de ameaças que nem sempre são tão óbvias. Você faz parte desse grupo? Dá uma olhada no depoimento dessas duas mães, americanas, que sabem exatamente pelo que você passa.

“Eu não conseguia acreditar!”, afirma Allison Villafanne-Kaplan, de Rocky Point, Nova Iorque.

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(Foto: Emily Heinz)

Uma pequena mordida em um frango quase custou a vida da minha filha mais velha. Nós estávamos visitando parentes durante um feriado em 2013 e eu dei a Virgínia, na época com 4 anos, permissão para provar o que minha tia estava cozinhando. Não tinha pensado que o frango poderia ter sido mergulhado em ovos, que ela é alérgica. Ela também é extremamente alérgica a amendoim, nozes, camarão, soja e gergelim. Quase imediatamente, ela começou a ter problemas para respirar e me disse: “Mamãe, eu acho que preciso ir ao hospital”.

Embora tenha diagnosticado suas alergias alimentares aos 9 meses, nunca entendi realmente o perigo de anafilaxia antes desse dia. Depois desse episódio, bani todos os produtos que contêm nozes ou gergelim da nossa casa. Minha irmã (que também é nossa babá) e todos da família que vivem nas proximidades também mantêm “casas seguras”. Eles são treinados para identificar anafilaxia. Infelizmente eu não posso dizer o mesmo do resto do mundo.

Para Virgínia ter uma vida plena significa assumir alguns riscos, mas eu tento minimizá-los. Nós compramos um piano para que ela pudesse fazer aulas em casa e não em um teclado compartilhado. Ela escreve histórias e compõe músicas retratando sua irmã como heroína. Ainda assim, minha filha se sente excluída quando vê crianças em uma festa de aniversário comendo bolo de sorvete. Trazer um cupcake de casa não é o mesmo.

“Você nunca pode baixar a guarda”, aconselha Malia Heimbach, de Lexington, Carolina do Sul.

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(Foto: Chri