Criança

Escola adapta apresentação em festa para que aluna cadeirante possa participar

Não podemos esquecer que crianças com qualquer deficiência são, acima de tudo, crianças

Gabrielle Molento

Gabrielle Molento ,Filha de Claudia e Pedro

(Foto: Reprodução Instagram / @juliafkogan)

(Foto: Reprodução Instagram / @juliafkogan)

Clara Kogan, de São Paulo, nasceu com uma malformação na coluna chamada mielomeningocele, o que acarretou sequelas motoras como, por exemplo, não conseguir andar. Quando a menina completou um ano, sua mãe, Júlia, foi em busca de escolas com espaço de acessibilidade para a filha o que, na prática, não é fácil – apesar de ser obrigatório por lei.

Ela estudou então primeiro em uma escola com pouca acessibilidade – mas com uma ótima professora que deu para a Júlia a confiança necessária. Clara aprendeu a comer melhor, falar mais, cantar e dividir brinquedos. A mãe, no entanto, já tinha conhecido um ótimo colégio no qual a menina poderia entrar quando completasse três anos.

Quando conheceu o local onde a menina estuda atualmente, Júlia sabia que seria a melhor escolha. Havia rampas, elevadores e bom atendimento. A mãe conversou com os profissionais da instituição e eles já tinham experiência com outras crianças com algumas dificuldades motoras e deficiências. Clara então entrou no colégio novo em 2017.

Na festa junina de junho deste ano, a escola fez questão de adaptar as apresentações para que Clara pudesse participar.

(Foto: Reprodução Instagram / @juliafkogan)

(Foto: Reprodução Instagram / @juliafkogan)

“Procurar uma escola para o filho é tarefa difícil. Procurar uma escola para o filho que anda em uma cadeira de rodas é t