Jornalista proíbe filho de mascar chiclete e o final da história vai te fazer rir muito!

Ela escreve nas redes sociais sobre histórias da sua vida

Giuliana geralmente é âncora no jornal nacional (Foto: Reprodução/Instagram)

A jornalista Giuliana Morrone revelou nesta quinta-feira, 26 de setembro, que proibia o filho de mascar chiclete quando era mais novo. Tudo isso para evitar que a criança tivesse cárie dentaria. Aliás, ela afirmou que as medidas foram tomadas para que ele não tivesse o mesmo trauma que ela.

-Publicidade-

“Quem nunca proibiu os filhos de mascar chicletes? Eu só liberava nos fins de semana e uns chicletes pequenininhos que vinham dentro de um relógio. Chata, mas deu certo: cárie zero. Eu não queria que meu filho conhecesse motorzinho de dentista, meu trauma de infância”, escreveu Morrone em legenda.

Ela contou do receio de ir ao dentista e falou sobre o pai que tinha dentes saudáveis, apesar de ser fumante. Mas, ninguém esperava o desfecho desta história: “Se o assunto é dente, me lembrei de uma história da minha querida amiga Patricia Pinheiro. A irmã dela, dentista, nunca quis que a filhinha mascasse chicletes. Um dia, numa apresentação da escola, viu a filha lá no palco, dançando e com um chicletão na boca. Fim do show, delicadamente perguntou: – filha, quem te deu esse chiclete? -ninguém me deu, não, mamãe. Eu raspeeeeeei do chão. Se toda história tem moral, a dessa é: um chicletinho não mata ninguém, nem o raspado.”

-Publicidade-

Nos comentários, além dos elogios e risadas, algumas mães se identificaram com a situação. “Meu filho ganhou de presente no aniversário de 5 anos o “direito “ de mascar um chiclete por 5 minutos!! Hoje, nem liga e não tem cárie nenhuma”, escreveu seguidora. “Minha filha está com 15 anos e até o momento só elogios da dentista. Ser chata vale a pena e os filhos depois agradecem”, afirmou outra.

Mas o que causa a cárie?

Reptococcus Mutans. Esse é o nome da bactéria que causa a cárie, um dos maiores temores dos pais. Presente na flora bucal – mais precisamente nas placas bacterianas aderidas aos dentes –, esse microorganismo, quando associado ao açúcar, produz um ácido que corrói a estrutura do esmalte dental.

A partir do momento que a criança reclama de dor de dente ocasionada por uma cárie, já pode ser muito tarde e até resultar em um tratamento de canal. “A cárie deve ser diagnosticada pelo odontopediatra em seus estágios iniciais e já eliminada”, diz a especialista. Isso só comprova a importância das visitas regulares ao dentista.

Entretanto, não são apenas crianças maiorzinhas que correm o risco de ter problemas dentários. É preciso estar atento aos bebês também. A cárie de mamadeira é uma lesão no esmalte dos dentinhos da frente que ocorre na primeira infância. “A mamadeira nunca deve ser adoçada, nem mesmo com mel”, alerta Eloísa. Dependendo da gravidade da lesão, a cárie da mamadeira pode ser tratada apenas por meio de aplicações de flúor.

Nas crianças maiores, o tratamento é mais intenso. Consultas para que a criança se identifique e confie no profissional são indicadas, assim como um ambiente lúdico. “São utilizados anestésicos locais, que doem menos que as vacinas, ou técnicas de sedação consciente. Em casos mais complicados, pode-se fazer o uso de sedação hospitalar”, explica Eloísa.

Para prevenir, a velha e boa máxima: escovar os dentes. Também é importante usar o fio dental e, claro, comer menos doces! Não é fácil, mas livrar-se das cáries depois é mais difícil ainda!

Fique por dentro das novidades pelo canal Pais&Filhos:

Leia também:

Cárie não tem idade 

Doces vilãs 

Tire suas dúvidas! 6 perguntas e respostas sobre o cuidado bucal das crianças

-Publicidade-