Mãe de menino autista comove web com relato de superação

Filho tem 10 anos e diagnóstico veio há quatro anos atrás

 

 

Davi tem 10 anos. (Foto: Reprodução / Instagram @daviogarcia06)

Para todos que convivem com alguém que é portador de autismo sabem que circunstâncias rotineiras, como atravessar uma rua, dançar e cantar em uma festa podem ser um grande desafio. Por isso, cada conquista nesse sentido deve ser comemorada. E isso que aconteceu com Raphaella Jesus, mãe de Davi, de 10 anos.

Recentemente, a mãe postou no Instagram um relato do momento que o filho foi à farmácia sozinho. Rapha estava observando o menino na varanda emocionada. “Aprendi que nossos sonhos depende de nós e não de um diagnóstico, aprendi que o autismo nos ensina a ser fortes e não nos deixa fracos. Domingo tomei coragem e deixei Davi ir à farmácia sozinho, fiquei vigiando pela janela, falei pra ele olhar para os dois lados antes de atravessar, às vezes o carro estava a “anos luz” de distância mas ele não atravessava” contou a mãe toda orgulhosa.

A mãe de Davi, contou que antes de deixar o menino ir, ligou para a farmácia perguntando o valor do produto e avisou ao filho que sobrava troco. “Pode ter sido loucura da minha parte, mas quando ele saiu da farmácia olhou pra cima e disse: “mamãe eu consegui”, minhas lágrimas começaram a descer e vi que tudo que meu filho quer é mostrar o quanto ele é capaz de fazer as coisas.

O diagnóstico de autismo do menino veio há quatro anos atrás, e qualquer conquista é motivo de celebração. Até 2018, David não falava.”Isso me deixava assustada, com medo, apreensiva em não saber o que se passava com ele enquanto estava na escola ou na casa da babá, ficava agoniada. A fala ainda é embolada, mas ele agora conta como foi o dia dele. E isso pra mim, é mais que uma vitória, é ter ganhado na loteria, mesmo sem jogar!” contou a mãe para o portal Razões Para Acreditar.

Apesar de terem uma rotina pesada de consultas com psicólogo, neuropsicólogo e fonoaudiólogo, são também motivos de evolução para o Davi. “Isso me deixava assustada, com medo, apreensiva em não saber o que se passava com ele enquanto estava na escola ou na casa da babá, ficava agoniada. A fala ainda é embolada, mas ele agora conta como foi o dia dele. E isso pra mim, é mais que uma vitória, é ter ganhado na loteria, mesmo sem jogar!”, disse ao Portal.

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