Mãe denuncia creche depois que a filha de 2 anos foi agredida por professora: “Ela está com medo”

Lígia notou que a filha estava voltando para casa com mordidas até que um dia a menina disse o que realmente estava acontecendo na creche, que fica em Cuiabá

Resumo da Notícia

  • No dia 11 de fevereiro, uma mãe de Cuiabá denuncia a creche que cuidava da filha de 2 anos
  • A menina voltou para casa com mordidas pelo corpo
  • Depois a filha disse que a professora tinha puxado o cabelo dela

A Creche Municipal Renisea Guilhermette Barua, em Cuiabá, foi denunciada por Lígia de Souza Oliveira quando viu que a filha de 2 anos tinha voltado com vários hematomas para casa. O caso aconteceu no dia 11 de fevereiro.

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Segundo o G1, a Secretaria Municipal de Educação informou que uma assessora pedagógica da diretoria de ensino visitou a creche, nessa segunda-feira, dia 17 de fevereiro, para averiguar o caso. A mãe contou ao G1 que percebeu que a menina estava com uma marca de mordida.

Quando ela perguntou na diretoria da creche, os responsáveis falaram que outra criança havia mordido a filha de Lígia. Porém, no dia seguinte, ligaram para que ela fosse buscar a menina da escola pois ela havia sido mordida novamente.

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A mãe estranhou as marcas vermelhas (Foto: reprodução/ G1)

“Meu pai foi quem buscou, pois estava no trabalho. Quando vi aqueles hematomas na minha filha fiquei revoltada, porque não pareciam mordidas. Ela estava machucada e muito assustada”, contou a mãe. Suspeitando do caso, ela foi até a escola no dia seguinte, cobrando alguma atitude por parte da diretoria.

“Não me deram nenhuma assistência. A diretora disse que eu poderia ficar com ela três meses em casa e depois voltava, mas ela [criança] está traumatizada e não quer voltar para a creche. Quero a verdade, não quero ser injusta com ninguém, mas também não quero que sejam comigo”, disse.

Lígia disse que a filha dela contou que a professora da creche tinha puxado o cabelo dela. “Pergunto quem a machucou e ela diz que foi a professora. Ela passou a repetir isso para todo mundo e está com muito medo das pessoas que se aproximam dela. Acredito na minha filha. Se não tomarem as providências, isso pode acontecer com outro”, afirmou.

Por causa da situação, a mãe vai precisar deixar de trabalhar para cuidar da menina de 2 anos. “Tinha planos para trabalhar fora e agora não vou poder mais. Ainda estou muito abalada com tudo isso e minha filha também”, desabafou.
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