Criança

Mãe faz alerta após filho se engasgar com pipoca e precisar de cirurgia: “Não prestamos atenção o suficiente”

Nash não apresentou sintomas nos primeiros dias

Rhaisa Trombini

Rhaisa Trombini ,Edileyne e Geraldo

Nicole e Jake são pais de 3 crianças (Foto: Reprodução/ Facebook)

Pipoca é uma comida presente na maioria das casas do mundo. Simples, prática, fácil e deliciosa, são poucas pessoas que resistem ao sabor de uma pipoca fresca que acabou de sair do micro-ondas.

Era assim na casa de Nicole Johnson Goddard e Jake e são pais de 3 crianças, duas meninas e um menino, Nash, o mais novo. Durante uma noite de filmes no sábado, a mãe deu pipoca para todos e, como ela disse, era algo comum dentro de casa. 

Nash acabou se engasgando com um milho, mas os pais ajudaram e ficou tudo bem, apesar do menino começar a apresentar uma tosse estranha, mas que não preocupou. Na segunda-feira, o menino ficou com febre e, mesmo medicado pela mãe, começou a piorar e a respiração começou a ficar mais difícil.

Nicole ligou para o pediatra e o doutor encaminhou a família para o hospital, direto para a ala infantil. “Depois de uma radiografia do tórax, o médico não gostou do que viu, então foi agendado para aquela noite uma broncoscopia”, explicou a mãe em seu relato no Facebook.

O menino tinha aspirado um milho de pipoca quando engasgou na noite de sábado. “O corpo reconheceu como um objeto estranho e colocou bolsas de pus em volta”, escreveu Nicole. Essa complicação gerou uma inflamação que levou Nash a desenvolver pneumonia no pulmão esquerdo. Durante o procedimento, saíram 6 pedaços, mas o menino precisou passar por uma segunda cirurgia.

Depois do último procedimento, o médico conseguiu tirar todos os fragmentos e o menino se recuperou muito bem, ficando internado no oxigênio, pois seus níveis tinham caído muito, mas foi liberado naquela noite.

Nash se recuperou bem depois do tratamento (Foto: Reprodução/ Instagram)

Agora, Nicole pede apenas para não ser julgada. “Eu realizei uma palestra sobre como a pipoca não deve ser dada a ninguém com menos de 5 anos e eu odeio usar essa desculpa de que ele é o nosso terceiro filho, mas eu negligenciei e não prestei muita atenção nas coisas como fizemos com a nossa primeira”.

Agora, ela espera que o post em sua página possa ajudar outras mães a se conscientizarem sobre o perigo da pipoca para crianças pequenas e que a atenção deve ser redobrada. “Se eu não confiasse em meu instinto e o trouxesse para o hospital, o resultado não teria sido bom”.

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