Mãe repara palidez incomum na filha de 1 ano e descobre diagnóstico de doença terminal

Phil e Beth Holdcroft notaram que a filha Isla estava um pouco desbotada, e na primeira impressão, os médicos acreditavam ser apenas uma leve infecção

Resumo da Notícia

  • "Eu pensei que minha filha estava um pouco pálida até que os médicos perceberam que ela tinha uma doença terminal";
  • Phil e Beth Holdcroft contaram em detalhes como foi a descoberta do diagnóstico tardio da filha;
  • A família também contou a agonia de deixar a filha passar por tratamentos experimentais

A criança parece um pouco desbotada, mas não há o porquê você se preocupar. Phil Holdcroft pensou o mesmo, mas a parceira Beth sentiu que havia algo estranho. Por fim, os dois acabaram recebendo a notícia mais triste de suas vidas: A filha Isla, de 1 ano, foi diagnosticada com leucemia após exames de rotina para descobrir a palidez em 2014.

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Ao The Sun, o casal revelou detalhes da descoberta do diagnóstico e as etapas do tratamento, até a menina entrar em remissão, ou seja, em um período onde sinais e sintomas do câncer estão reduzidos ou ausentes.

“Nós a levamos ao nosso médico quando ela parecia estranhamente pálida, e nos disseram que provavelmente era apenas uma infecção, mas meus instintos maternos me disseram o contrário. Eu pressionei por um encaminhamento adequado e, dois dias depois, no Hospital John Radcliffe, em Oxford recebemos a pior notícia possível”, relembrou a mãe de 41 anos.

Phil e Beth não esperavam que uma simples palidez no rosto fosse um sinal de leucemia
Phil e Beth não esperavam que uma simples palidez no rosto fosse um sinal de leucemia (Foto: Reprodução/The Sun)

Após o diagnóstico de leucemia em estágio de alerta, a bebê Isla iniciou logo em seguida a quimioterapia. No entanto, duas semanas depois, os médicos disseram que o tratamento não estava funcionando na garota. Preocupados, os pais aceitaram colocar a filha em tratamentos experimentais para a doença, na esperança de uma melhora no quadro clínico.

“O tratamento ainda mais forte deixou nossa filhinha como um zumbi, mas sabíamos que estávamos nas melhores mãos possíveis e, para qualquer chance de ajudar Isla a vencer esse câncer horrível, ela teria que ser submetida a um enxurrada de tratamentos que em alguns pontos parecem piores do que o próprio câncer”, comentou Beth.

O caminho para a remissão

Segundo Beth, os dois anos seguintes foram um “borrão de exaustão, quimioterapia, transfusões de sangue e muito mais”, mas no dia 27 de outubro de 2016, a família recebeu a notícia que agudavam desde o início do tratamento.

“Nos disseram que nossa valente superestrela havia triunfado! A leucemia tinha desaparecido. Cada passo dessa jornada foi simplesmente horrível, vendo nossa pequena e indefesa garota levar uma surra dessas, sem saber se ela conseguiria. Foram 28 meses de estresse aterrorizante e dor de cabeça indescritível”, afirmou Beth.

Os pais relembram os dois Natais que passaram na ala hospitalar de câncer infantil, e ficaram feliz em poder finalmente planejar uma festa de fim de ano “fora das paredes brancas clínicas”.