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Criança

Menino de 3 anos é diagnosticado com câncer raro após mãe reparar detalhe estranho no rosto

Os britânicos Wesley e Rebecca compartilharam a história deles para alertar outros pais

Nathalia Lopes

Nathalia Lopes ,Filha de Márcia e Toninho

Jack sempre gostou muito de viajar com os pais (Foto: Reprodução/Facebook Wesley Lacey)

Os britânicos, Wesley Lacey e a mulher, Rebecca Oldham, não se preocuparam quando viram que o filho estava com o sorriso um pouco mais torto, pendente para um lado. Eles só começaram a achar estranho quando o menino começou a ter dificuldades para caminhar e reclamar que estava sentindo muita dor durante a noite.

Foi então que eles marcaram uma consulta com o médico da família. Jack Lacey, de três anos, foi diagnosticado com um raro e invasivo tumor cerebral, um glioma pontino intrínseco difuso (GPID). Os registros desse tumor são assustadores, apenas 10% das crianças sobrevivem mais de dois anos depois do diagnóstico.

Wesley, tem mais uma filha e falou sobre quando a família recebeu o diagnóstico: “Nós estamos arrasados. Tem sido o momento mais sombrio das nossas vidas, eu não posso nem começar a pensar sobre ele não estar mais lá, com a gente. Ele não tem nenhum parente que faleceu, não há ninguém esperando por ele.”

Segundo o jornal inglês, Daily Mail, o casal achava que era um tique, quando ele começou a piscar com um olho. O jornal ainda informa que todos os sintomas começaram a se manisfestar a poucas semanas, mas que quando a tomografia ficou pronta, os médicos disseram que o tumor terminal estava crescendo havia um bom tempo.  

Jack já passou por uma biopsia e por um procedimento para tentar atacar o tumor em fevereiro, mas mesmo assim, segundo os médicos, o menino só tem  mais seis meses de vida e o pai comenta: “O mais louco é que os sintomas surgiram nas últimas quatro semanas, no entanto, nos disseram que o tumor tem crescido por muitos meses sem sintomas. O tumor que ele tem é conhecido como matador rápido e agressivo.”

O menino está na casa dos pais, mas ainda toma algumas medicações, que segundo o pai, estão mudando o comportamento da criança: “O comportamento dele não é o que deveria ser. Ele sempre foi amável e carinhoso, mas agora está muito agitado e até um pouco agressivo.”

A família diz que Jack deve viver da melhor maneira possível o tempo que lhe resta, por isso já estão guardando o dinheiro para o funeral e para viagens: “Queremos usar o dinheiro para financiar passeios, viagens, presentes e refeições fora. Levá-lo ao cinema e comprar o cachorro que ele sempre quis ter. Nós não queremos pensar sobre isso, mas também vai ser preciso financiar o funeral.

Jack em uma viagem com o pai já com o sorriso torto (Foto: Reprodução/Facebook Wesley Lacey)

Jack já fez procedimentos, mas mesmo assim o tumor segue afetando a vida da criança (Foto: Reprodução/Facebook Wesley Lacey)

O menino passou alguns dia no hospital, mas já está em casa (Foto: Reprodução/Facebook Wesley Lacey)

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