Criança

Na dúvida sobre qual escola escolher para o seu filho? A gente te ajuda!

Explicamos 4 métodos diferentes para você escolher o que se encaixa melhor no perfil da sua família

Nathália Martins

Nathália Martins ,Filha de Sueli e Josias

(Foto: iStock)

(Foto: iStock)

De cara, quando você for escolher a escola dos seus filhos, você encontrará vários métodos de ensino e instituições que mantêm abordagens tradicionais e aquelas que têm ideias mais inovadoras. Em meio a tudo isso, é normal ficar um pouco perdida e sem saber por onde começar.

De acordo com Roberta Bento, mãe da Taís, nossa embaixadora e colunista e fundadora do SOS Educação, no Brasil quatro abordagens estão entre as principais. São elas: tradicional, construtivista, montessoriana e a metodologia Waldorf. A escola como conhecemos está mudando. Aquele modelo em que o professor é o centro da sala de aula e os alunos passivos ainda existe, mas tem muita novidade por aí também. Fique tranquila! Vamos explicar tudo.

Construtivista

Foi mais ou menos no final da década de 1970 e começo de 1980 que a abordagem construtivista chegou com força ao Brasil. A proposta é de que o interesse em aprender seja estimulado pelo próprio aluno. Ou seja, para que isso seja possível, ele precisa ter oportunidades de aprendizado e não ser uma pessoa passiva, que apenas ouve. Desse modo, a criança deixa de ser só uma cabeça para depositarem conhecimento. Para seguir essa proposta, a escola Sphere International propõe um currículo organizado por meio de projetos.

Assim, a sala de aula sugere um percurso de investigação, tendo como ponto de partida o comprometimento dos alunos, levando em consideração os conhecimentos prévios, questões e interesses. Esses projetos são finalizados em algum tipo de ação, seja na própria escola ou na comunidade. “A intenção é formar alunos ativos, críticos, cientes de seus valores e com habilidades de autogerenciamento, preparando-os para colocar o conhecimento em prática”, explica Andrea Andrade, diretora da Sphere Internacional e mãe de Felipe e Pedro. Mas, segundo Roberta, nem toda escola que se diz construtivista segue à risca o conceito e deixam de criar dinâmicas e ter a estrutura necessária para que a prática seja eficaz.

Montessoriana

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