Pai faz tatuagem igual a cicatriz da cirurgia do filho e emociona com história na internet

O menino agora está orgulhoso da cicatriz

Hoje o menino está superbem e orgulhoso da cicatriz (Foto: Reprodução/FOX SWNS)

Joey Watts, seis anos, ganhou uma bela surpresa depois que saiu de uma cirurgia cardíaca no Leeds Children’s Hospital, Inglaterra. O procedimento no coração foi essencial para que ele continuasse vivo, mas isso deixou uma marca, uma cicatriz bem grande no meio do peito do garoto. Foi então que o pai dele entrou em ação.

Assim que viu o resultado positivo do procedimento e o corte no peito do filho, Martin Watts resolveu surpreender e homenagear Joey. O pai do garoto resolveu tatuar uma “cicatriz” igual a do filho e mostrar que não havia problemas nenhum ter uma marca no peito.

Tanto que quando se recuperou da anestesia, a primeira pergunta que ele fez foi: “Foi aqui que me cortaram para consertar meu coração?” e a mãe, Leanne contou a FOX SWNS que ela e o marido foram bem diretos na resposta.

“Nós dissemos para ele que deveria ter orgulho de sua cicatriz e não vergonha. Mas não é fácil para uma criança de seis anos passar por este tipo de cirurgia”.  A mulher também apoiou a atitude do marido. “Todos esses pequenos guerreiros devem ter muito orgulho de suas cicatrizes. Eu acho que meu marido fez bem”.

O diagnóstico 

Joey foi diagnosticado com estenose aórtica supravalvular, é uma condição cardíaca que se desenvolve antes do nascimento e causa “o estreitamento do grande vaso sanguíneo que transporta sangue do coração para o resto do corpo”, diz a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA.

Isso faz com que o menino tenha muita dificuldade na respiração, no batimentos cardíacos, a doença também faz com que a criança tenha muita dor no peito e pode levar a uma falência muscular cardíaca. E mesmo assim, muitas pessoas podem viver um vida inteira e nem saber que possuem a estenose.

Ainsa segundo a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, 1 em 20.000 recém-nascidos em todo o mundo, nascem com esse tipo de problema. Muitas vezes os médicos conseguem perceber a doença no pré-natal, mas Joey e a família só descobriram isso depois de 3 meses e meio do nascimento do menino.

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