Pai lamenta morte da filha de 4 anos que recebeu medicamento errado em hospital

Ana Luiza Cardoso Pereira, de apenas 4 anos, recebeu uma dose de adrenalina na veia e não resistiu. O hospital deu o medicamento errado para a criança, que deu entrada com uma virose

Resumo da Notícia

  • Ana Luiza Cardoso Pereira, de apenas 4 anos, recebeu uma dose de adrenalina na veia e não resistiu
  • O hospital aplicou o medicamento errado na criança, que deu entrada com uma virose
  • O caso aconteceu no dia 19 de maio em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio, no Rio de Janeiro

Ana Luiza Cardoso Pereira, de apenas 4 anos, recebeu uma dose de adrenalina na veia e não resistiu. O hospital aplicou o medicamento errado na criança, que deu entrada com uma virose. O caso aconteceu no dia 19 de maio em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio, no Rio de Janeiro.

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“Erraram a injeção e ela morreu em poucos minutos. Deram adrenalina para ela, e ela faleceu”, disse Romilson Santos, pai da criança, ao portal do G1. Ana Luiza Cardozo Pereira deu entrada no Hospital Municipal Porphirio Nunes de Azevedo na quinta-feira (19/5), com sintomas como vômito e diarreia.

O pai disse que a filha recebeu uma dose de adrenalina no hospital e não resistiu
O pai disse que a filha recebeu uma dose de adrenalina no hospital e não resistiu (Foto: Reprodução/G1)

De acordo com a família, apesar do quadro, a jovem estava bem e até conversando durante o atendimento. No entanto, após receber a medicação, não resistiu. “Elas mataram minha filha, deram uma injeção errada. Deram adrenalina na minha filha, forjaram provas, forjaram um monte de coisa. Minha filha morreu nos meus braços, na minha frente e disseram que ela morreu na ambulância indo para o Alberto Torres [hospital estadual], botaram registro falso na delegacia”, alegou o pai.

A mãe da menina também está em choque e, segundo o marido, se questiona onde foi que errou. A família registrou o caso na delegacia da cidade. Em nota, a Polícia Civil informou que o administrador do hospital foi ouvido e a equipe médica foi intimada a prestar depoimentos. De acordo com a polícia, os agentes aguardam o resultado do laudo da necropsia. Na quinta-feira (26/5), a prefeitura da cidade afirmou que pediu o afastamento temporário da equipe responsável pelo atendimento da criança. O caso é investigado pela 124ª DP (Saquarema).