Policial civil é preso em Curitiba por ser suspeito de estuprar criança de 6 anos

O caso ocorreu neste sábado (9) durante um churrasco; agente responderá processo criminal e administrativo

Resumo da Notícia

  • Policial civil é suspeito de ter estuprado garota de 6 anos durante churrasco em Curitiba
  • Mãe e familiares procuraram a polícia para denunciar o caso com provas
  • O acusado foi preso em flagrante

Um policial civil foi preso em terras paranaenses em flagrante suspeito de ter estuprado uma criança de seis anos enquanto acontecia um churrasco em Curitiba de acordo com o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria). O ocorrido se passou na noite deste sábado, 9, no bairro Guaíra da capital do estado.

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A mãe da garota, a qual foi vítima, contou de acordo com o boletim de ocorrência que a filha a procurou aos prantos e afirmando que o policial havia tocado em suas partes íntimas. Ainda segundo o boletim, uma outra criança que estava por perto na hora do caso acabou gravando o suposto estuprador levando a vítima para o banheiro e, assim, puxando a garota pela cabeça. A família mostrou o vídeo aos policiais locais.

A mãe da criança, junto da família, fez a denúncia para a polícia (Foto: Reprodução/Freepik)

A responsável pela vítima disse ainda que a menina estava sangrando quando foi encontrada. Depois da confissão, uma confusão se iniciou no local do crime e o suspeito foi contido por participantes do churrasco. A polícia foi chamada e acabou prendendo o suspeito. Ele e testemunhas foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Curitiba. Apesar do crime, a identidade do criminoso não foi divulgada, assim como a da vítima e familiares.

Cerca de 100 crianças e adolescentes de até 14 anos são estupradas por dia no Brasil, segundo levantamento inédito feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com a Unicef, divulgados em outubro do ano passado. De 2017 a 2020, 81% das vítimas de estupro de até 14 anos, um total de 145 mil casos ou 36 mil por ano.

A Polícia Civil disse que, além de criminalmente, o policial vai responder a um processo administrativo. A organização afirmou que “não compactua com desvios de conduta, que são rigorosamente investigados, julgados e punidos nos rigores da legislação vigente”.