Criança

Terrible two: se você ainda não passou por isso prepare-se

Mas, calma, é só uma fase. Ufa!

Redação Pais&Filhos

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(Foto: iStock)

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Seu filho aos 2 anos ou menos começou a se comportar de maneira diferente e a birra se tornou mais frequente? Então, com quase 3 anos… Isso pode piorar. Oi? Essa fase é conhecida como a adolescência na infância e pode se estender dos 18 meses de idade até os 4 anos.  O problema é que ela pode ficar ainda mais longa dependendo do jeito que você lida com a situação.

Nessa idade, a criança aprende a andar e falar, ganha autonomia. Começa a se perceber como uma pessoa diferente dos pais e precisa mostrar isso, a sua maneira.  “A criança sente que tem de batalhar para que seus desejos sejam atendidos e faz isso a qualquer custo, por isso aparecem as birras. Nosso importante papel como educadores é ensinar o ‘não’, a espera, o outro. Nós somos os primeiros ‘outros’ na vida dos filhos”, diz Daniella Freixo de Faria, mãe de Maria Eduarda e Maria Luisa.

Em cada fase, os mesmos problemas são encarados de maneiras diferentes:

Aos 2 anos:

– Aprende a falar NÃO e gosta de se opor aos pais

– Chora quando não tem atenção ou quando seus desejos não são atendidos

– Consegue escolher entre duas opções simples, como: “Você pega o brinquedo para o banho ou a mãe pega?”

– Aceita ser conduzido para outra brincadeira quando está fazendo algo que não pode

Aos 3 anos:

– Já consegue construir frases e tem mais facilidade em expressar suas vontades

– Faz birra e grita quando não consegue o que quer

– Consegue escolher entre opções mais elaboradas, como “Você prefere tomar banho agora, jantar e depois ter tempo para brincar; ou brincar por mais 10 minutos, depois ir para o banho, jantar e dormir?”

– Entende por que não pode fazer determinada coisa, se o adulto explicar. Também aceita ser conduzido para brincadeira permitida

Em ambas as fases, a solução é a mesma: falar de maneira empática, considerar o desejo do seu filho e entender sua vontade é muito importante, mesmo que seja para negá-la depois. E tudo passa, mas depende da maneira que você lida com as atitudes da criança.

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