A importância da licença-paternidade: “Me ajudou a ser um melhor pai, humano, cidadão e profissional”

Passar cada segundo dos primeiros meses com o filho faz toda a diferença. Entenda a importância de compartilhar o momento em família e como a licença parental pode mudar tudo

Resumo da Notícia

  • Aproveitar os primeiros momentos com o seu filho fazem toda a diferença
  • Saiba a importância de criar vínculos
  • Entenda como funciona a licença parental da Sanofi

Estar junto com o seu filho logo nos primeiros momentos de vida faz toda a diferença para o desenvolvimento e criação de vínculos com a família. A gente sabe que cuidar de um bebê ou de uma criança não é uma tarefa fácil, mas a experiência de vivenciar cada segundo é única.  

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Criar vínculos com a família são experiências que ficam para sempre (Foto: Shutterstock)

Com uma nova proposta de licença parental, no qual o objetivo da iniciativa é promover a igualdade de gêneros e um momento especial para os pais e mães, a empresa farmacêutica Sanofi pensou em cada detalhe para que houvesse uma participação ainda maior dos pais neste período tão importante.

A iniciativa, que passou a valer para crianças nascidas ou adotadas a partir de 1º de janeiro de 2020, mudou completamente a vida de Lucas Paulo Martins Fontes, gerente de Vendas na Sanofi, pai de Leonardo e Lorena. “Contar com o suporte da licença parental da Sanofi foi um momento incrível. Fazer parte desse momento, desde o anúncio do benefício até você participar de fato como integrante é muito gratificante, porque pertencer a uma empresa que tem tantos bons propósitos e dentre eles, o de uma família cada vez mais estruturada e unida é superbacana”.

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Pedro Pittella, pai de Pedro e Diretor de RH da Sanofi, se sente realizado em saber que o benefício da licença parental, que é oferecido de quatro a seis meses, foi algo que impactou positivamente a vida de cada um dos funcionários. “Você vai ter pessoas melhores, pais melhores, mães melhores. Se a pessoa se desenvolve como ser humano, ela também se desenvolve como profissional, não dá para desvincular as duas coisas. Então, quando você cresce como pai ou como mãe, você está crescendo também como ser humano e isso também acaba refletindo no trabalho”. 

Vínculos que ficam

Lucas contou ainda que passar os quatro meses com a família, após o nascimento de Lorena, fez toda a diferença para a criação de vínculos e divisão de responsabilidades. “Você consegue dividir muito esse peso da responsabilidade dos primeiros momentos com o bebê. É muito vulnerável, trabalhoso, mas no final é prazeroso. Esse benefício dos quatro meses ajudou muito no vínculo com a família, com a esposa e com a minha filha que acabou de chegar, foi maravilhoso”.

Além disso, o pai de segunda viagem ressaltou outros benefícios da licença parental: “Me ajudou a ser melhor ser humano, melhor cidadão e melhor profissional também”. Nos momentos de parceria com a esposa, Fabiana Pazini Martins Fontes, ele disse ainda sobre como todo o processo fortaleceu o relacionamento em um contexto geral. “Ficar esses quatro meses em casa cooperou com tudo. Então, você lava uma louça, se preocupa em deixar a casa mais organizada para o bem-estar de todos, com a saúde da esposa, com a alimentação dela e também com o bem-estar emocional. Cuidando e passando mais tempo com as crianças permitiu que ela descansasse um pouco mais e se recuperasse de forma mais rápida do momento do parto. Isso ajudou muito”.

Troca de experiências

Poder ter o benefício dos quatro meses em casa após o nascimento da filha, fez com que Lucas recordasse sobre a oportunidade que não teve quando o primeiro filho, Leonardo, atualmente com oito anos, veio ao mundo. “Eu pude ver eventualmente a dor que a minha esposa teve no passado: nos primeiros momentos com um bebê em casa, de ficar sozinha, ou das vezes em que precisou acordar de noite porque no outro dia eu precisava estar cedo de pé para trabalhar. Ela tomava essa iniciativa”, contou.

Com a nova oportunidade, a família construiu um vínculo afetivo maior ainda, que possibilitou uma troca intensa de experiências. “Foi uma troca de parceria maravilhosa, em que eu pude entender cada vez mais o ponto dela e me colocar no lugar. Esse momento trouxe muito vínculo, muita parceria e melhorou muito o nosso convívio e o quanto eu entendo as necessidades dela”.

Objetivo da iniciativa 

O Diretor de RH da Sanofi contou que cada detalhe do benefício resultou em algo extremamente gratificante. “O objetivo é ter uma equidade de benefícios, para que todos pudessem ter a mesma oportunidade de ficar com a família. Os dois dividindo a responsabilidade, seja com um bebezinho que acabou de nascer ou uma criança que foi adotada é muito saudável para a saúde emocional e segurança psicológica para esse bebê ou criança. Então, o objetivo final é dar para essas famílias uma alternativa para reforçar esse momento tão importante, que os laços afetivos e familiares estão em formação. Quando chega um novo membro, é o momento em que também nasce uma mãe, nasce um pai, então a gente precisa ter cuidado com isso e garantir que todos estejam presentes”, completa. “Todos os funcionários, homens e mulheres, terão a mesma possibilidade”. 

Cada momento dos primeiros meses importam e precisam ser vividos de forma única por cada uma das famílias. “O valor real disso só é percebido por aquele pai, ou aquela mãe, que tiveram a oportunidade de estarem juntos nesse primeiro tempo da nova família. Então, esse benefício era algo que queria impactar positivamente no funcionário”, explica Pedro.

Diversidade

Desde 2010, a Sanofi trabalha para fomentar internamente uma cultura de diversidade e inclusão cada vez mais sólida. Em 2015, a partir de iniciativas como o “Women’s Leadership Council” e o “Women’s & Diversity Council”, surge a ideia de evoluir os projetos e criar o Comitê de Diversidade e Inclusão, formado por executivos e colaboradores voluntários, que atuam de maneira ampla, além do equilíbrio de gêneros. De forma contínua e estratégica, o comitê atua no plano de Diversidade e Inclusão em 4 pilares: “Equilíbrio de gêneros”, “Etnias”, “Pessoas com Deficiência (PCDs) e “LGBTQIA+”.

“Para você ter vida, você precisa ter diversidade”, reforça o Diretor de RH da Sanofi. “Então, quando uma empresa está viva, é necessário ter diversidade”. Além de trazer uma atração de talentos para a organização, gera inovação, com ideias de diferentes pontos de vista, fundamentais para o trabalho em equipe, bem-estar e permitindo ser, de fato, quem você é.