Alinne Moraes confessa ser uma “mãe baladeira” e defende: “Melhor que terapia”

A atriz desabafou sobre as inseguranças da infância e da maternidade em conversa com o jornal O Globo

Resumo da Notícia

  • Alinne Moraes desabafou sobre medos da infância e da maternidade em conversa com o jornal O Globo
  • A atriz ainda revelou que se considera uma "mãe baladeira" e que isso "é melhor que terapia"
  • Alinne é casada com o diretor de cinema Mauro Lima e mãe de Pedro

Alinne Moraes mandou a real sobre a maternidade e a infância em conversa com o jornal O Globo. Em entrevista, a atriz contou que se considera uma “mãe baladeira” e que isso “é melhor que terapia”. Ela ainda aproveitou o espaço para falar de traumas na infância e sobre como o trabalho com as personagens a ajudou até hoje.

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Sobre a criação do filho, Alinne explicou, “Aos sábados, por exemplo, meu marido e eu vamos para minha casa do Itanhaguá, no Rio. Morei lá por dez anos e decidi mantê-la para receber família e as amigas de São Paulo. Nos últimos meses, entramos no carro e vamos da casa que vivemos hoje para essa. Temos nosso momento de namoro, de se isolar. É um momento nosso, que ninguém vai interromper. O Pedro fica dormindo. Voltamos meio dia de domingo”.

Alinne é mãe de Pedro (Foto: reprodução / Instagram @alinnemoraes)

Alinne também confessou que utiliza do espaço nas novelas para se entender como mulher – e também como terapia. “Sou muito insegura. Quando me convidam para ir a um programa de TV, faço até xixi na calça por medo. Mas quero que as pessoas olhem para mim. Deve ser algo da infância. Queria ter sido essa criança amada por um pai. Às vezes me pego chorando e digo: ‘Olha aqui eu chorando outra vez como se fosse uma menininha'”, desabafou.

Sobre as terapia em cena, a atriz admite que fazem parte do dia a dia da profissão. No passado, inclusive, ela pôde compreender as dificuldades da mãe solteira que a criou. “Fiz isso várias vezes. Em “Coração de estudante”, interpretei uma menina que foi mãe solo e pude entender minha mãe. As dificuldades que ela tinha em estudar, em trabalhar, em saber com quem deixaria a criança”, comentou.