Ana Paula Siebert confessa perrengue no pós-parto com Vicky em relato

Modelo, mulher de Roberto Justus, detalha rotina com Vicky, que completa dois meses nesta sexta-feira, 17 de julho

Resumo da Notícia

  • A modelo acredita que, após ter se tornado mãe, o corpo deixou de ser “prioridade"
  • Ana Paula tem se adaptado à nova rotina e as dificuldades de lidar com um recém-nascido durante a quarentena
  • Ela ainda detalha a participação do marido nos cuidados com o bebê
Vicky é a primeira filha do casal Foto: Reprodução / Instagram @robertoljustus)

Ana Paula Siebert e Roberto Justus celebram nesta sexta-feira, 17 de julho dois meses de Vicky. A modelo, que tem compartilhado sua rotina com a bebê, surpreendeu ao dizer que não iria mostrar sua silhueta voltando ao que era antes da gestação.

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Envolvida com amamentação e cuidados com a filha, ela acredita que, após ter se tornado mãe, o corpo deixou de ser “prioridade”. A modelo ainda conta como tem se adaptado à nova rotina e as dificuldades de lidar com um recém-nascido durante a quarentena por conta do novo coronavírus. Ela ainda detalha a participação do marido nos cuidados com o bebê, e afirma que Rafaella, filha do empresário com Ticiane Pinheiro, tem contribuído com sua experiência com Manuella. A menina, de um ano, é filha da apresentadora com César Tralli.

Ao ser questionada sobre a nova rotina, a mãe disse: “Ela ainda não está 100% regulada nos horários, mas está superlegal. No início, fiquei bem preocupada sobre como seria. Mas o isolamento teve seus lados complicados e seus lados bons para mim, como mãe. Tive tempo, sem muita gente, de ficar me dedicando. Passei por essa fase mais rapidamente do que uma mãe que fica recebendo gente ou tem muitos compromissos. Tive que me dedicar a ela”, afirmou segundo a Quem.

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A família já realizou a primeira viagem juntos (Foto: reprodução / Instagram @anapaulasiebert)

Ana Paula ainda contou sobre a amamentação e as dificuldades de uma mãe de primeira viagem. “Os primeiros 15 dias foram muito difíceis! As noites em claro, muita dor, o peito machucava… era uma coisa bem intensa! Aquela história toda que ninguém conta pra gente, mas passou e já não sinto mais dor. Agora é o maior prazer da minha vida amamentar e ver que ela está engordando. O que eu mais gosto é quando ela termina de mamar e eu fico com ela no colo, que ela encosta a cabecinha no meu seio, fica dormindo com o contato pele a pele”, disse.

Ela ainda desabafou sobre qual a maior dificuldade durante a maternidade. “Amamentação. Disparado! Muito mais do que a cirurgia da cesárea, falta de sono ou aprender a lidar com ela no início. Muitas mães desistem de amamentar. Tive ajuda, contratei uma consultora de amamentação, e mesmo assim foi muito difícil. Tirando isso, foi tudo tranquilo. Ela é muito calma. Brinco que ela não parece nossa filha porque somos muito agitados. Ela dorme à noite, tem pouca cólica e só chora para mamar”, conta.

Mudanças

A modelo contou sobre o desejo de ter o parto normal, o que não foi possível pois Vicky estava com o cordão umbilical enrolado no pescoço. “O sonho da minha vida sempre foi ter parto normal, e eu tinha certeza de que queria que fosse assim porque é cultura da minha família. Cesárea era um fantasma pra mim, me assombrava, tinha medo. Não queria passar por isso, mas a gente descobre que não tem controle de nada. Vicky até o final estava sentada e a minha médica falava: “Ana, a natureza quis assim, e não é indicado um parto normal com uma criança sentada quando é a primeira gravidez, porque pode passar o corpinho e a cabeça não passar”. Tudo que eu não queria era correr risco. Queria ter um parto normal saudável. Fiquei até o final aguentando, esperando ela virar até quase 40 semanas. Fiz exercícios, pilates, tudo o que me indicaram e não adiantou. Quando a gente decidiu marcar a cesárea, era porque já estava perto das 40 semanas e era aniversário de 100 anos da mãe do Roberto. No momento da cirurgia, ela viu que a bebê estava com muitas voltas do cordão enroladas e bem presas. Vicky não teria como virar. Se tivesse forçado o parto normal, poderia ter acontecido uma tragédia.  Aprendi o quanto é importante a gente respeitar os nossos limites”, afirmou.

Vicky está completando dois meses (Foto: Reprodução / Instagram @anapaulasiebert)

Ana Paula contou sobre a mudança no corpo e disse o motivo pelo qual não exibiu as mudanças nas redes sociais. “Muitas pessoas mostram aquela evolução, fazendo foto da barriga de biquíni, no espelho. Não julgo porque pesquisei muito essas fotos antes de engravidar e acompanhei pessoas que fizeram. Não me incomodo de ver, mas sei que nas redes sociais as pessoas se comparam com a gente. Então, decidi não fazer. A minha genética é magra, e perco peso facilmente, mas não é assim para muitas pessoas. Não quis frustrar ninguém e ser símbolo dessa comparação. Depois que a gente vira mãe, vê que o corpo não é prioridade no pós-parto. Por exemplo, não podia fazer exercícios depois da cesárea, e uma dieta muito rigorosa prejudica o meu leite, e eu quero amamentar. Não voltei ao meu peso normal ainda, mas já emagreci naturalmente por causa da amamentação”, finalizou.

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