Andressa Suita faz exercícios para corrigir diástase abdominal: entenda a condição

A mãe passou a se exercitar após o nascimento dos filhos, Samuel e Gabriel

Resumo da Notícia

  • Andressa Suita usou as redes sociais nesta terça-feira, 15 de junho, para mostrar a rotina de exercícios;
  • A mãe passou a se exercitar após o nascimento dos filhos, Samuel e Gabriel;
  • Os meninos são frutos do relacionamento com o cantor Gusttavo Lima.

Andressa Suita usou as redes sociais nesta terça-feira, 15 de junho, para mostrar a rotina de exercícios que passou a fazer após o nascimento dos filhos, Samuel e Gabriel, frutos do relacionamento com o cantor Gusttavo Lima.

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A modelo publicou, no storie do Instagram, uma foto praticando o abdominal hipopressivo, um tipo de exercício de contração do abdômen baseado na pressão e tensão.  “Bora corrigir essa diástase causada por duas gestações, uma seguida da outra”, escreveu ela sobre seu estiramento na barriga, chamado de Diástase abdominal.  Os fãs ficaram curiosos.

Andressa Suita comenta vontade de ter mais filhos (Foto: reprodução / Instagram @andressasuita)

O que é diástase abdominal?

A diástase abdominal é quando acontece um aumento da pressão intra-abdominal, afastando os músculos. No caso das grávidas, com o crescimento do útero, pode estirar os músculos abdominais e, devido à frouxidão da linha alba e dos retos abdominais separados, um espaço de até 10 cm pode surgir entre os dois ventres do músculo reto ao final da gestação. “A diástase é a principal causa de flacidez abdominal e dores lombares pós-parto e deve ser prevenida e/ou tratada para que não cause danos maiores à saúde”, orienta Bianca Vilela, mestre em fisiologia, palestrante e fundadora da Bianca Vilela Saúde e Performance, e filha de Regina e Ildemar.

A diástase pode trazer riscos à saúde?

Infelizmente, sim. Os mais comuns, segundo a fisiologista, são: fraqueza muscular, dores nas costas e alterações na postura, além de causar outros problemas associados como, por exemplo, incontinência urinária e fecal e queda da autoestima.

“Além da insatisfação estética de abdome estufado e barriga com aparência de ainda ‘gestante’ que é sem dúvida a queixa principal das mulheres. Estudos revelam que quatro em cada dez mulheres relatam persistência de LBPP (dor lombar pélvica) meio ano após o parto”, reforça.

O tratamento é feito a partir dos exercícios certos e direcionados, além da reorganização e recuperação do corpo, é possível reverter a diástase. Portanto, é importante tonificar a musculatura abdomino-perinea, favorecer a estabilidade espinhal, adequar a postura, prevenindo qualquer tipo de hérnia, regular fatores respiratórios, entre outros, mas sempre com a orientação de um profissional.

O problema não pode ser ignorado!

Se a diástase for diagnosticada e ignorada, Rô Nascimento, educadora física especializada em gestantes e puérperas, faz um alerta para o que pode acontecer com o corpo: abdômen fraco e com um buraco, dor na região lombar, fraqueza no assoalho pélvico, perda de urina ao rir, tossir, espirrar, pular e agachar, dor na relação sexual e prisão de ventre. “O ideal é fazer um trabalho de prevenção, mas é possível recuperar no pós-parto e mesmo algum tempo depois”, explica.