Família

“Aprendi a ser mãe com base na intuição, tentativa e no erro”

Alynne Martins Liboreiro realizou o sonho de ser mãe por meio da adoção e aprendeu tudo na prática

Jennifer Detlinger

Jennifer Detlinger ,Filha de Lucila e Paulo

(Foto: Arquivo pessoal)

(Foto: Arquivo pessoal)

A Alynne Martins Liboreiro participou do projeto Lá em Casa é Assim”, parceria da Pais&Filhos com a Natura Mamãe e Bebê e contou para a gente como foi realizar o sonho de ser mãe por meio da adoção. Após perder um casal de gêmeos, ela não desistiu da maternidade e esperou a chegada do Arthur, de 1 ano e 9 meses. Vem conhecer essa linda família:

“Após perder um casal de gêmeos na gestação, não consegui mais engravidar, mas a vontade de ser mãe era imensa. Eu e meu marido, Agnaldo, decidimos entrar na fila da adoção e nossa luz chegou mudando para sempre nosso modo de ver a vida!

A chegada do Arthur foi a maior aventura que já pensei em viver! Recebi a ligação da assistente social numa quinta à tarde, o conheci na sexta de manhã e no mesmo dia ele veio pra casa. Passamos o carnaval acordados olhando pra ele com a adrenalina nas alturas. O Arthur chegou com 6 meses depois de uma espera de aproximadamente 2 anos. Ele foi gerado por anos no nosso coração.

A adoção foi a decisão mais acertada que tomamos, pois o Arthur nos transformou como pessoas, nos abrimos para o outro, ficamos mais generosos, empáticos e unidos. Nossa rotina mudou totalmente: eu aprendi a ser mãe com base na intuição, na tentativa e no erro! Eu e meu marido moramos no Espírito Santo e nossa família em Minas Gerais, então só contamos com a ajuda de alguns amigos para criar nosso filho.

Hoje o Arthur tem 1 ano e 9 meses, está na fase das descobertas, falante, engraçado e super bem humorado. Realizamos nosso sonho de sermos pais através do nosso anjo de olhos azuis e cachinhos: o Arthur.”

Assista ao vídeo da família que foi capa da nossa edição de setembro:


Leia também:

“Foi a melhor decisão da minha vida”, diz pai solo que cria a filha sem a mãe

Lá em casa é assim: “Morar em uma casa compartilhada é entender que o mundo é muito maior”

É possível, sim! Mãe solo viajou para 14 países com o filho de 9 anos fazendo mochilões