Babá da família real segue regra de não poder falar uma palavra específica para as crianças

Maria Borrallo estudou em Norland College e segue desde então as normas de boa educação de como tratar crianças com respeito

Resumo da Notícia

  • Babá da família real não pode usar uma palavra específica
  • Maria Borrallo cuida dos filhos de Kate Middleton
  • A ideia é ser respeitoso com as crianças

Não é de hoje que sabemos que a família real possui várias (várias mesmo) regras que devem ser seguidas à risca. A última notícia que viralizou sobre as exigências da realeza diz respeito à maneira como a babá dos filhos de príncipe William e Kate Middleton deve falar com as crianças.

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Maria Borrallo, governanta responsável por cuidar de George, Charlotte e Louis, não fala uma palavra específica perto das crianças. Mas não pense que o termo é um palavrão: na realidade, Maria não se refere aos filhos dos patrões como “kid”, mas “child”.

(Foto: reprodução/Instagram/@kensingtonroyal)

Apesar de, em português, as duas palavras terem o mesmo sentido, Louise Heren, que estudou por um ano em Norland College, mesma instituição que Maria Borrallo frequentou, explicou ao jornal The Mirror o motivo dessa escolha: “É uma marca de respeito pelas crianças como indivíduos”.

Enquanto “kid” é um termo mais informal, a palavra “child” é mais formal e traz consigo uma ideia de aconchego e proximidade familiar. A entrevista ressaltou que essa regra foi criada pela própria Maria Borrallo, que aprendeu durante seu treinamento em Norland College e aplica por vontade própria em seu trabalho.

Polêmicas reais

Do outro lado da família, Meghan Markle e príncipe Harry testemunham diversas polêmicas e costumam abrir a vida privada dos dois de maneira comedida. A última notícia sobre Meghan diz respeito ao livro que sua irmã está escrevendo, cujo objetivo seria “expor seus podres”.

Um amigo de Meghan Markle afirmou que ela “não está preocupada” com o lançamento do livro da meia-irmã Samantha. De acordo com informações do jornal britânico The Sun, a autobiografia de Samantha Markle deve criticar o tratamento que Meghan dá ao pai e à família. Mas, apesar das alegações de que ela está preocupada com o conteúdo do livro, um amigo próximo da Duquesa disse que o livro mal foi registrado no radar de Meghan.

Ela explicou a polêmica (Foto: Reprodução / Twitter CNN)

O livro, chamado “O Diário da Irmã da Princesa Pushy: Parte 1”, tem o propósito de mergulhar na vida da realeza – apesar de Samantha ter visto a meia-irmã Meghan pela última vez em 2008. Em declarações à Vanity Fair, eles disseram: “Meghan não vê Samantha há anos, então a ideia de que ela está preocupada com o livro é um absurdo. Ela mal conhece Samantha, eles não se veem há quase 20 anos”.

Mas, de acordo com fontes do The Sun, Meghan também está pensando em escrever um livro – e recebeu inúmeras ofertas de editoras. “Meghan tem alguns negócios de livros muito sérios sobre a mesa. Eles estão todos em consideração”, contou a pessoa, cujo nome não foi revelado.

A autobiografia de Samantha Markle afirmou sensacionalmente que Meghan e a família real deveriam ter adiado o casamento para que Thomas Markle pudesse comparecer depois que ele teve um ataque cardíaco. Ela também afirma que Meghan era “controladora” em relação ao pai e prometeu aos leitores que eles descobririam que “a verdade é mais estranha que a ficção”.

Ela abriu o jogo sobre a biografia Foto: reprodução / Instagram @sussexroyal)

Em uma passagem, Samantha escreve que o pai pareceu chateado quando ela ligou para falar com ele antes do casamento.  “Eu disse: ‘Pai, o que está acontecendo, o que há de errado?’. Ele disse, ‘Isso é realmente estranho, ela não é a mesma. Quando Harry está na sala, ela é muito doce e uma pessoa diferente, mas quando ele sai da sala, ela é má e controladora'”, diz a passagem.

Samantha, que mora na Flórida, completou o tão aguardado livro de memórias quatro anos depois de anunciar que havia começado a escrever. E ela diz que já começou um segundo livro.