BBB20: mãe de Gizelly lembra tragédia aos 6 anos da filha e desabafa sobre assassinato do marido

A participante do Big Brother Brasil 20 escolheu a profissão para resolver as injustiças depois de um trauma enfrentado no infância que abalou toda a família da advogada

Resumo da Notícia

  • Giselly Bichalo perdeu o pai aos seis anos de idade
  • A participante do BBB20 escolheu a profissão para tratar das injustiças
  • A mãe de Giselly abriu o coração para falar sobre o assunto e lembrou o assassinato do marido
  • Ela ainda falou sobre como foi a infância da filha e como se tornou advogada
Gizelly perdeu o pai aos seis anos (Foto: reprodução / Instagram @gizellybicalho)

Márcia Machado, mãe de Gizelly Bicalho que está participando do Big Brother Brasil 20, abriu o coração a falou sobre como a infância da filha foi marcada pelo assassinato do pai, Osmir de Sales Abreu, quando a advogada tinha apenas seis anos de idade.

-Publicidade-

“A minha maior preocupação era que ela crescesse e se tornasse uma pessoa frustrada. Por isso eu fiz de tudo para que tivesse todas as oportunidades”, disse em entrevista ao jornal Extra. Márcia contou que o marido estava no trabalho, no Espírito Santo, quando os criminosos atiraram contra ele, que acabou não resistindo, aos 33 anos.

“Meu marido estava ao telefone e o barulho (do tiro) foi tamanho que a pessoa que falava com ele do outro lado da linha escutou. Até hoje é um mistério quem fez isso e ninguém foi julgado”. Desde o crime, que aconteceu em 1998, os homens nunca foram presos ou encontrados.

-Publicidade-
Osimir foi vítima de um assassinato (Foto: reprodução / Extra)

A mãe relembrou ainda que Gizelly percebeu que tinha algo errado, pois “sempre foi muito esperta”. “Chegaram uns carros com funcionários e até os médicos para darem a notícia. Quando a Gizelly ouviu a palavra ‘funerária’ ela começou a falar: ‘meu pai não está só machucado, ele morreu‘. No dia seguinte, ela me perguntou: ‘Mãe , eu nunca mais vou falar a palavra pai?'”.

Sobre o marido, Márcio contou que ele sempre foi um bom pai e muito dedicado. Todas as vezes que precisava sair da cidade para trabalhar, ele nunca deixava de dar um beijo na filha e brincar com ela. “Era bom pai demais, muito cuidadoso. Queria que Gizelly fosse médica”.

Márcia lembrou que certo dia ele disse que se algo acontecesse com a vida dele, era para que ela e Gizelly se mudassem para a casa dos avós maternos e ela assim fez. Com o passar dos anos, todo o dinheiro que a família conseguia, investia no futuro da menina apesar das dificuldades financeiras.

A família da advogada passou por vários problemas financeiros (Foto: reprodução / Extra)

“As coisas foram acabando… Me desfiz de terreno para bancar os estudos dela. Em outro momento, precisei vender um carro para pagar uma mensalidade da faculdade. Os cursos que ela precisava fazer também. Meus pais me ajudavam quando apertava. Isso para nunca deixar a peteca cair. Ela também se dedicava, eu via nela aquela pressão para dar certo. Como se tivesse que retribuir o que fazíamos”, contou.

A mãe da advogada disse ainda que a carreira que Gizelly escolheu tem a ver com a tragédia que enfrentou durante a infância. “O negócio dela é defender as pessoas e evitar injustiças; não acusar”, concluiu.

Agora, você pode receber notícias da Pais&Filhos direto no seu WhatsApp. Para fazer parte do nosso canal CLIQUE AQUI!