Bebê com doença rara nas pernas consegue brincar e correr sozinho depois de tratamento

Paulo Vitor, de 2 anos, fez uma cirurgia nos Estados Unidos para corrigir uma malformação óssea nas pernas. O tratamento custou 650 mil reais e teve o valor arrecadado em campanhas

Resumo da Notícia

  • Paulo Vitor nasceu com uma malformação óssea nas pernas
  • O bebê precisava passar por uma cirurgia nos Estados Unidos
  • O valor foi arrecadado em campanhas nas redes sociais
  • Veja a evolução do caso:

Paulo Vitor, de 2 anos, nasceu com uma malformação óssea nas pernas que compromete a capacidade de andar e de se equilibrar sozinho. A hemimelia fibular bilateral foi descoberta na 24ª semana de gestação do bebê e sempre preocupou a família, que mora em Goiânia. Acontece que a doença é muito rara e só poderia ser tratada nos Estados Unidos e com um custo bem elevado: 650 mil reais.

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Paulo já brinca e corre sozinho (Foto: Arquivo pessoal)

Os pais, Sandra Pantaleão e Vitor Resende, resolveram criar uma campanha nas redes sociais para juntar o valor da viagem e do tratamento. Como a cirurgia só podia ser feita quando a criança tivesse 1 ano, a família teve alguns meses para se organizar e conseguir o dinheiro. “Fizemos três eventos grandes para conseguir ajuda, além dos eventos dentro das universidades, bazares”, conta Sandra, em entrevista para o G1.

Eles conseguiram arrecadar 700 mil reais para a cirurgia e viajaram assim que os médicos aprovaram o procedimento. Depois de colocarem extensores na perna de Paulo Vitor, alongando cinco centímetros cada uma, o bebê foi liberado para fazer fisioterapia e seguir o tratamento.

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O dinheiro do tratamento foi arrecadado em campanhas (Foto: Arquivo pessoal)

Em casa, Paulo já teve uma evolução que emocionou os pais. O pequeno já anda, corre e brinca sozinho! Sandra conta que nunca deixou de acreditar que o filho seria curado e voltaria a andar. “Se você acredita em um sonho e ele parece que é impossível, agarra na sua fé, corra atrás, que Deus abençoa e a gente conquista aquilo que a gente quer para a nossa vida”, diz ela. O pai até comemora as bagunças que o filho anda fazendo! “Agora ele é uma criança bastante sapequinha, esperta, feliz. Ele tá cada dia mais achando seus limites, conhecendo seu mundo. Temos que ficar correndo atrás dele agora”, fala Vitor.

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