Bebê de apenas 1 ano morre atropelada acidentalmente pelo próprio pai

O homem estava com o carro engatado na marcha ré para estacionar o veículo no estacionamento de casa, no entanto, não viu que a filha estava dentro do mesmo ambiente

Resumo da Notícia

  • A bebê morreu atropelada pelo próprio pai
  • O homem estava com a marcha ré engatada para estacionar o carro na garagem de casa
  • A criança foi imediatamente hospitalizada

Durante a tarde desta quinta-feira, 7 de abril, uma grande tragédia impactou uma família do sul do Brasil. Uma bebê de apenas 1 ano de vida foi morta após ser atropelada na garagem de casa. Quem dirigia o veículo era o pai da criança. O caso aconteceu na cidade de Erechim, localizada no Rio Grande do Sul.

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Placa de trânsito (Foto: Reprodução/TV Globo)

De acordo com o Jornal Boa Vista, o pai estava estacionando o carro em marcha ré na garagem de casa. Porém, logo em seguida, aconteceu o acidente. Imediatamente a família acionou o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), no entanto, quem conduziu o primeiro socorro foi uma vizinha – pois, os pais estavam em estado de choque.

A criança chegou sem vida no hospital. A Brigada Militar também foi ao hospital e captou as principais informações sobre o acidente doméstico. O corpo da menina foi levado para a necropsia.

Acidente doméstico

No Brasil, ocorrem cerca de 200 mil acidentes domésticos com crianças. Nas férias escolares, principalmente, acidentes como queimaduras, quedas e afogamento crescem em 25%. Por isso, apesar das férias serem um momento ótimo para aproveitar a companhia das crianças, é preciso ter cuidado em dobro.

Andreia Weinmann, neuropediatra, disse que existem muitos perigos que passam despercebidos pelos pais. “Na ânsia de se divertir, a criança pode se descuidar e escorregar em pisos de piscinas, por exemplo”, ela afirmou.

Além disso, é preciso ficar atento a azulejos quebrados, ralos ou pedras soltas nas piscinas porque nem todos os hotéis e clubes fazem a manutenção correta das áreas de lazer. Isso pode causar cortes, quedas e acidentes. Andreia também lembrou da importância de prevenir os afogamentos. “Quando o afogamento não é fatal, pode levar à falta de oxigênio no cérebro, deixando sequelas graves, como a paralisia cerebral”. Leia a matéria completa aqui.