Bebê real: entenda por que dizem que Meghan Markle e príncipe Harry não possuem custódia legal do filho

Segundo jornal inglês, uma antiga lei prevê que a Rainha Elizabeth II seria a verdadeira tutora do filho de Meghan e Harry

(Foto: reprodução / Instagram / @sussexroyal)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nasce nessa última quarta-feira (8), o mais novo membro da Família Real Britânica, Archie Harrison Mountbatten-Windsor, filho de Meghan Markle Príncipe Harry. Apesar do bebê ser filho legítimo do Duque e da Duquesa de Sussex, quem possui total responsabilidade por ele é, em verdade, a Rainha Elizabeth II.

O jornal The Independent divulgou uma nota falando sobre uma lei que foi sancionada pelo Rei George I, e que nunca foi alterada, está prevê que o Chefe de Estado seja o tutor de todos os seus descendentes. Ou seja: Meghan e Harry não possuem a custódia legal de seu próprio filho, e sim a Rainha Elizabeth II, que na atualidade é a verdadeira responsável pelo Príncipe Archie Harrison, assim como seus filhos, netos e os outros bisnetos.

A lei, chamada de Grande Opinião para a Prerrogativa Sobre a Família Real, tem mais de 300 anos e trata-se do controle do Rei sobre a educação, crescimento e casamento de seus netos, explica Marlene Koening, uma especialista na monarquia britânica.

O Rei George I teria aplicado esta lei porque tinha uma relação ruim com seu filho, (pai de Elizabeth II), e sancionando uma legislação faria com que pudesse ter ser o guardião de todos os seus descendentes.

Segundo o The Indepenedent, no divórcio de Charles e Diana, a Rainha Elizabeth II, que possui a custódia legal também dos Príncipes William e Harry, foi quem decidiu e distribuiu a disponibilidade das crianças com cada um dos pais. Na ocasião, Charles e Diana puderam ficar com seus filhos sozinhos durante 40 dias no ano, cada um. A Rainha ainda levou em consideração, na época, a educação e a escola que os pais gostariam de promover a William e Harry.

Ainda de acordo com o veículo, é a Rainha Elizabeth II quem decide sobre as viagens dos pequenos e sempre tem a última palavra. “Por exemplo, Diana não pode viajar com seus filhos à Austrália pouco antes de morrer, porque não tinha poder para decidir sobre isso, já que não tinha a custódia legal dos filhos”, finalizou Koening.

 

Leia também: 

Família real posta foto e se pronuncia após boatos de traição do Príncipe William à Kate Middleton

Nasceu o bebê real! Meghan Markle da à luz primeiro filho de príncipe Harry