Boa ação! Homem paga contas atrasadas de 114 famílias na Flórida

O empresário Michael Esmond já tinha feito uma ação parecida, mas menor, em 2019. Como esse ano a recessão econômica foi muito grande, ele decidiu aumentar as doações

Resumo da Notícia

  • Homem paga contas atrasadas de 114 famílias na Flórida
  • Ele já vinha feito algumas doações no ano anterior
  • Devido a problemas maiores, ele decidiu aumentar a doação desse ano
  • Veja o que ele disse

Michael Esmond, um proprietário de uma empresa na Flórida, nos Estados Unidos, pagou as contas de serviços públicos de 114 famílias que corriam risco de sofrer cortes no fornecimento. Conforme apontado pela CNN, a boa ação do empresário começou em 2019, quando ele pagou as dívidas de 36 famílias da comunidade onde vive na cidade de Gulf Breeze.

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Já é o segundo ano que eles faz as doações (Foto: Getty Images)

Neste ano, dois problemas econômicos aconteceram na cidade, um deles, que atingiu o mundo todo, foi a pandemia de coronavírus. Como se isso não bastasse, a cidade também enfrentou uma grande dificuldade com a vinda do furacão Sally. Levando em conta essas duas catástrofes, o empresário decidiu que precisava aumentar a dose de bondade em 2020.

“Este ano, para mim, provavelmente é ainda mais significativo do que o ano passado, com a pandemia e todas as pessoas desempregadas que tiveram que ficar em casa”, contou Esmond à CNN. “O furacão Sally nos atingiu muito e feriu diversas pessoas. Ainda temos muitos telhados azuis aqui, onde elas estão cobertas somente por lonas”, completou.

Para conseguir, ele doou US$ 7.615,40 para pagar contas vencidas de 114 famílias, segundo Joanne Oliver, supervisora de cobrança de serviços públicos da cidade. Os moradores da cidade serão informados das doações por meio de cartões de festas, ainda esta semana.

Ele aumentou a doação este ano (Foto: reprodução CNN)

Com o aumento, em relação aos US$ 4.600 doados em 2019, ele contou que conseguiu ajudar cerca de três vezes mais famílias. Isso aconteceu porque alguns moradores tinham dívidas de US$ 100 ou menos. “Realmente me impactou que as pessoas não conseguiam sequer pagar uma conta de US$ 100”, disse.