Brasileiros viajam até à Ucrânia para buscar filho nascido de barriga de aluguel

A Priscila Rodrigues e o João Paulo, foram até à Ucrânia para buscar o filho que nasceu de barriga de aluguel. O bebê veio à luz no 33º dia de conflito entre Rússia e Ucrânia

Resumo da Notícia

  • Casal de brasileiros foram à Ucrânia buscar o filho que nasceu por meio de barriga de aluguel
  • A criança nasceu no 33º dia de conflito entre Rússia e Ucrânia
  • A crianças nasceu em Kiev e foi levado à Lviv

O casal de brasileiros desembarcou no país do leste europeu, nesta segunda-feira, 28 de março, para buscar o filho deles que foi gerado por meio de uma barriga de aluguel. O bebê nasceu em uma maternidade localizada em Kiev, capital da Ucrânia, no dia 19 de março. Finalmente, após muita ansiedade e espera para ver pela primeira vez o filho recém-nascido, durante esta quinta-feira (31), a professora Priscila Rodrigues e o engenheiro marítimo João Paulo conheceram o seu bebê.

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A criança nasceu no 33º dia de guerra entre Rússia e Ucrânia. Sendo assim, de acordo com reportagem do G1, o casal de brasileiros precisou esperar que o bebê fosse levado de Kiev para Lviv, para que fosse possível encontrá-lo. Visto que, a capital da Ucrânia, Kiev, está cercada pelas tropas russas.

Casal de brasileiros vão à Ucrânia buscar filho nascido de barriga de aluguel (Foto: João Paulo Bogucki Gomes/Arquivo pessoal)

“A clinica trouxe ele para Lviv, não fomos para Kiev. Aqui a vida segue normal, sem transtorno com guerra. Apenas as sirenes soam as vezes”, disse João.

Em complemento, o pai falou que a família pretende embarcar para outro país: “A ideia é ir para Polônia passar uns dias, para o neném fortalecer. A Polônia é também o país de origem dos meus avós maternos, que vieram imigrantes para o Brasil nos anos 30, após a Primeira Guerra Mundial, para a região de Águia Branca”, explicou.

Vidas perdidas em meio à guerra

Uma família ucraniana inteira foi atacada por tropas russas enquanto estavam dentro do carro, fugindo da guerra. A única sobrevivente é Sophia, uma menina de 13 anos que ainda está se recuperando dos ferimentos quase fatais.

Semyon, irmão de sete anos, morreu no Hospital Infantil Okhmatdyt após três dias tentando sobreviver. Imagens da morte de Polina, irmã mais nova de Sophia, foram compartilhadas pelo vice-prefeito de Kiev, Vladimir Bondarenko, que a tornou um símbolo do custo humano da guerra. “O nome dela era Polina. Ela estudou na 4ª série da escola em Kiev. Ela e seus pais foram baleados pelo russos”, afirmou. Leia a matéria completa aqui.