Carlos Alberto de Nóbrega se emociona ao falar de Jô Soares, e faz revelação: “Nunca falei isso para ninguém”

Nas redes sociais, nesse sábado do dia 6 de agosto, o humorista falou sobre a perda do amigo Jô Soares

Resumo da Notícia

  • Carlos Alberto de Nóbrega e Jô Soares eram amigos de profissão e vida
  • O humorista utilizou as redes sociais para comentar sobre a morte de Jô Soares
  • Ele relembrou momentos importantes que viveu ao lado do amigo

Nesse sábado do dia 6 de agosto, o comediante Carlos Alberto de Nóbrega utilizou as redes sociais para homenagear o amigo Jô Soares, que faleceu nessa sexta-feira, 5. Ele ainda não tinha se pronunciado sobre o assunto. Ao iniciar o relato, disse: “Quero que você entendam uma coisa: eu fiz uma troca, eu troquei as dezenas de pedido de entrevista pelo silêncio”.

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Carlos Alberto de Nóbrega e Jô Soares, em foto antiga (Foto: Reprodução/Instagram/@calbertonobrega)

O relato do humorista foi cheio de emoção, e em muitos momentos ele se demonstrou visivelmente abalado. “Eu queria que o meu choro fosse só meu, porque a vida não é só o sucesso, não é só o dinheiro, é o que a gente planta, são as amizades que a gente tem. Eu chorei a morte do maior gênio que surgiu na televisão brasileira. Não conheci ninguém mais culto do que o Jô, não conheci”, disse.

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Andressa Simonini, editora-executiva da Pais&Filhos está concorrendo ao Troféu Mulher Imprensa
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Ele relembrou momentos especiais ao lado do amigo: “Eu chorei o amigo, eu chorei que me lembrei de quando nós compramos um carro, e o carro do Jô pegou fogo e o meu veio quebrado. Nós tínhamos 20 e poucos anos e falei: ‘Jô, vou devolver esse carro, e se ele não aceitar, eu vou dar uma surra nesse cara’. Sabe o que o Jô falou? ‘Sabe o que eu vou fazer? Como eu não sei brigar, eu vou sentar em cima dele’, ele tinha 150 quilos naquela época”.

O humorista também fez um relato inédito: “Na Globo, quando eu não tinha mais o lugar que eu achava que eu deveria ter nos ‘Trapalhões’, eu fui pedir para trabalhar com ele, mas não me deixaram. Eu saí e vim pro Silvio Santos. Uma das primeiras coisas que eu fiz quando assumi a direção artística foi chamar o Jô para trabalhar comigo. ‘Você teria coragem de ir trabalhar no SBT?’. Ele falou ‘O dinheiro do Silvio é igual ao do Roberto Marinho, se ele me der uma chance de fazer uma entrevista’. E eu consegui, mas nunca explorei isso. Nunca falei isso para ninguém”.

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