Carnaval 2021: feriado tem ponto facultativo cancelado em São Paulo

A partir de uma recomendação do Centro de Contingência da Covid-19, a medida foi uma maneira de evitar aglomerações e proteger vidas, segundo o governador do estado, João Doria

Resumo da Notícia

  • A medida foi recomendada para evitar aglomerações
  • A recomendação foi feita pelo Centro de Contingência da Covid-19 em São Paulo
  • Nos dias 15, 16 e 17 os serviços públicos do estado terão expediente regular

Nesta sexta-feira, 29 janeiro, o governo do estado de São Paulo confirmou, durante uma coletiva de imprensa, que o ponto facultativo do Carnaval foi cancelado para conter o avanço no novo coronavírus no estado.

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Os expedientes de serviços públicos acontecerá normalmente nos dias 15, 16 e 17 (Foto: reprodução / Pinterest)

“O governo de São Paulo, assim como a prefeitura da capital, cancela o ponto facultativo do carnaval. Portanto, não teremos feriado de carnaval em todo o estado. Essa é a recomendação do Centro de Contingência para, com isso, manter sob controle a expansão da pandemia”, disse João Doria, governador do estado de São Paulo.

Ele disse ainda que o feriado de Carnaval foi suspenso em todas as repartições e serviços públicos do estado, havendo expediente regular nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro. “O objetivo é evitar aglomerações, festas de Carnaval, encontros e, com isso, proteger vidas”. No dia 6 de janeiro, as autoridades já descartaram também a possibilidade de eventos no mês de julho.

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Marcos Vinholi, secretário de Desenvolvimento Regional, informou que as prefeituras terão autonomia para tomar a decisão, mas é importante que sigam as recomendações do governo estadual. “O governo do estado toma esta decisão por entender que, pela saúde, é o mais correto para seguir com esse arrefecimento da evolução da pandemia no estado. É um ponto facultativo, portanto, o governo do estado, tomando essa decisão, as prefeituras também têm essa prerrogativa no que tange os serviços municipais. A Prefeitura de São Paulo já tomou essa decisão, e a nossa recomendação é que sigam essa prerrogativa da ciência de medicina”.

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