Casal teme deixar os filhos pequenos órfãos após diagnóstico médico com 3 meses de diferença

Adam Graveley, de 38 anos, e a esposa Caitlin, de 39, descobriram um câncer no último estágio entre novembro e fevereiro de 2021

Resumo da Notícia

  • Um casal diagnosticado com câncer terminal com três meses de diferença enfrenta a possibilidade real de deixar os filhos pequenos órfãos
  • Adam Graveley, de 38 anos, e a esposa Caitlin, de 39, vivem no Reino Unido com Thea, de 2 anos, e Fearn, de 4 meses,
  • Os pais descobriram os tumores entre novembro de 2020 e fevereiro deste ano.

Um casal diagnosticado com câncer terminal com três meses de diferença enfrenta a possibilidade real de deixar os filhos pequenos órfãos – uma das piores situações que os pais podem pensar. Adam Graveley, de 38 anos, e a esposa Caitlin, de 39, vivem no Reino Unido com Thea, de 2 anos, e Fearn, de 4 meses, e descobriram os tumores entre novembro de 2020 e fevereiro deste ano.

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Casal descobre câncer no estágio terminal com 3 meses de diferença (Foto: Reprodução)

Ambos os tumores foram descobertos bem tarde, já no estágio 4 de gravidade, o que torna a situação ainda mais tensa. Caitilian foi a primeira a receber o diagnóstico do tumor no intestino depois de sentir uma dor corriqueira que atribuiu a uma consequência do parto. 

“Foi absolutamente devastador. O tumor em seu cólon era bastante grande, então eles acham que ela o tinha há mais de um ano e meio, mas como estava grávida, isso poderia ter mascarado a dor. Ela disse, olhando para trás, que tinha cólicas abdominais, mas achava que tinha a ver com gravidez”, contou a cunhada de Caitlin, Emma Reynolds, ao Daily Mail. 

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Os pais temem deixar os filhos orfãos após o diagnóstico de câncer (Foto: Reprodução)

Já Adam recebeu a notícia do câncer de pâncreas após um incômodo nos lados. “Sua esposa foi diagnosticada em novembro, então ele estava muito estressado, mas não tinha outros sintomas. Achamos que seria apenas uma úlcera estomacal ou apêndice”, explicou Emma.

Os primeiros exames mostraram que o britânico tinha duas grandes massas no pâncreas e no fígado – o resultado de um câncer pancreático que se desenvolveu há mais de um ano. A localização do tumor significava que o pai das duas crianças não tinha sintomas até que se espalhou para seu fígado.“O fígado dele está coberto de lesões”, conta a irmã. ‘É o pior câncer que você pode ter, que é o câncer de pâncreas, foi simplesmente horrível.’

Agora, o casal segue em tratamento realizando quimioterapia semanal enquanto a família faz uma campanha para arrecadar fundos visando os custos com a recuperação e com a criação das crianças. “Esperamos e rezamos todos os dias para que o tratamento que estão recebendo funcione e que tenham anos de vida ao invés de meses”, finalizou Emma.