Caso Henry: novo laudo aponta que o menino tinha lesões no rosto causadas por unha

Os dados desmentem os depoimentos dados pelo padrasto, Dr. Jairinho, e a mãe, Monique Medeiros

Resumo da Notícia

  • De acordo com um laudo complementar do Instituto Médico Legal (IML),  Henry Borel, de 4 anos, não foi morto em acidente doméstico;
  • O novo laudo desmente os depoimentos dados pelo padrasto, Dr. Jairinho, e a mãe, Monique Medeiros;
  • Ambos já estavam detidos em prisão preventiva pelo crime

De acordo com um laudo complementar do Instituto Médico Legal (IML), concluído na última quarta-feira, 21 de abril, apurou que o Henry Borel, de 4 anos, não foi morto em acidente doméstico – como alegam o padrasto, Dr. Jairinho, e a mãe, Monique Medeiros.

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Ambos já estavam detidos em prisão preventiva pelo crime. No entanto, o novo laudo, obtido pela TV Globo, deve mudar essas informações. O laudo anterior apontava 23 lesões, mas não detalhava como as marcas na face do menino foram feitas.

Henry Borel vomitava e tremia ao ver Dr. Jairinho (Foto: Reprodução / Vídeo R7)

Os peritos ainda não informaram como as marcas foram feitas, mas o novo laudo garante que algumas lesões no rosto da criança foram provocadas por unhas. O laudo também apontou que o menino tinha várias lesões que não poderiam ter sido causadas em um único trauma – como uma queda da cama. Foram descartadas as hipóteses de acidente doméstico ou morte por lesões causadas durante manobra de ressuscitação.

Monique mentiu

Monique Medeiros, a mãe de Henry Borel, de 4 anos, admite que mentiu no primeiro depoimento à Polícia Civil 16º DP (Barra da Tijuca), quando afirmou que encontrou o filho caído da cama na madrugada do dia 8 de março, após dormir com o Jairinho no quarto de hóspedes, segundo informações da coluna de Juliana Dal Piva, do UOL.

(Foto: Reprodução / Vídeo R7)

A mãe de Henry conta que não encontrou o menino caído no chão do quarto de casal do apartamento na madrugada de 8 de março, quando ele já sem vida. Monique Medeiros relatou que foi obrigada por Jairinho a inventar uma versão que “seria melhor até para ela”.