Cauã Reymond dribla quarentena e dá um jeito de ver filha que tem com Grazi Massafera

O ator e a atriz são pais de Sofia, de 7 anos, mas não estão mais juntos. Nesse período de isolamento, o diálogo tem sido a solução para decidir o que fazer

Resumo da Notícia

  • Grazi Massafera e Cauã Reymond são pais de Sofia, de 7 anos
  • Eles têm a guarda compartilhada e são vistos como exemplo de bom relacionamento nas redes sociais
  • Nesse momento, o ator contou que a menina reveza o tempo de ficar na casa do pai e da mãe

Cauã Reymond é pai de Sofia, de 7 anos, do relacionamento que teve com a atriz Grazi Massafera. Atualmente, o ator é casado com Mariana Goldfarb, mas os pais mantem um bom relacionamento, sendo muito elogiados pelos seguidores.

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Em tempo de quarentena, Cauã e Grazi optaram por manter a guarda compartilhada da filha. “Minha filha passa metade da semana com a mãe, metade comigo. A gente está sozinho em casa há um mês, porque meus parceiros que trabalham aqui estão nas suas casas”, explicou para a revista Marie Claire.

Ele também comentou sobre a parceria com a atual esposa, dividindo as tarefas em casa, inclusive em relação aos cuidados com a filha. “A Mariana me ajuda a fazer tarefas com a Sofia. Às vezes ela tem que brincar sozinha porque eu tenho que lavar o banheiro, por exemplo, e faz parte. Ela está entendendo bem. É importante ela ver que o papai e tia Mariana estão cuidando da casa”, comentou.

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O ator explicou que a base para manter esse relacionamento com Grazi é o diálogo, e parece estar funcionando muito bem, até para seguirem as mesmas regras, mesmo que em lugares diferentes. “A Grazi mora em um apartamento e eu moro casa, esses dias estava sol e perguntei se a Sofia queria vir pra piscina. É importante para ter vitamina D“, justificou.

O ator tenta ver o lado positivo diante da pandemia e ressalta os aprendizados que Sofia pode ter com isso: “Acho que está sendo super importante ela vivenciar esse momento de ter que se bastar”.

 

Como fica a guarda compartilhada em época de coronavírus?

Para Antonio Carlos Petto Junior, advogado especializado em direito de família, do escritório Duarte Garcia Serra Netto e Terra Advogados, a regra agora é manter o interesse, saúde e bem-estar dos filhos. “É um momento difícil, que exige paciência de ambas as partes. Os pais precisam ter tolerância e sensatez pelo bem-estar dos filhos”, explica.

Antes de qualquer coisa, é importante esclarecer que a guarda compartilhada em si está relacionada às decisões sobre a vida da criança e não somente ao regime de convivência. “Dentro desse cenário todo, a palavra do momento é bom senso. Em uma situação extrema, é possível que o filho tenha que ficar em uma só casa. É importante que os pais conversem entre si e cheguem em comum acordo. Não tem porque você submeter a criança a um risco grande apenas para cumprir regime de convivência”, defende Antonio. 

O especialista também explica que cada caso deve ser analisado entre os pais. “Tem que ver bem a situação, se a criança não tem nenhum problema de saúde, se não está dentro do grupo de risco, se algum dos pais reside com uma pessoa idosa — tudo isso afeta a convivência. Em casos em que a criança é levada diretamente para a casa do pai ou da mãe, sem nenhum tipo de contato externo, o regime de convivência pode ser mantido. Mas é preciso ter cuidado dos pais em entenderem que a saúde dos filhos é o que mais importa e não deve ser colocada em risco”, defende. 

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