Cauã Reymond fala sobre relação com os pais: “Minha mãe não foi carinhosa e meu pai ausente”

O ator contou que  viveu em casa muitos momentos de violência na infância e por esse motivo, faz questão de criar um vínculo especial com a filha

Resumo da Notícia

  • Cauã Reymond falou da relação com os pais, e do futuro com a única filha, Sofia, de 9 anos;
  • A menina é fruto do relacionamento antigo do ator com a atriz Grazi Massafera;
  • O ator contou que  viveu em casa muitos momentos de violência na infância e por esse motivo, faz questão de criar um vínculo especial com a filha.

Na última semana, Cauã Reymond conversou com o jornal o Dia e falou da relação com os pais, e do futuro com a única filha, Sofia, de 9 anos, fruto do relacionamento com a atriz Grazi Massafera. O ator contou que  viveu em casa muitos momentos de violência na infância e por esse motivo, faz questão de criar um vínculo especial com a filha.

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“O ambiente da minha casa era muito violento. Minha mãe já quebrou a vassoura e duas raquetes em mim! Eu era um menino rebelde, tinha muita energia. Via o meu pai só duas vezes por ano”, relembrou. “Minha mãe não foi carinhosa e meu pai foi ausente, apesar de ter ido morar com ele. Não guardo rancor e abraço toda a minha história. Quando era mais novo, eu não abraçava”, explicou Cauã ao Dia.

(Foto: Reprodução/Instagram)

Denise Reymond, mãe do ator, morreu vítima de um câncer em 2019. Cauã disse que só pode falar da relação com os pais após a morte da mãe. “Ela era muito difícil. Uma vez, ligou para o editor de um jornal e inventou uma história”, começou.

Ele conta sobre situações ainda mais complicadas. “Os fofoqueiros tentavam falar com ela. Ela me ameaçava, fazia chantagem… Não foi fácil mesmo. Outra vez, comentei que ia a um programa e ela disse que ia também. Tentou bancar a mãe de miss, sabe?”, recordou o ator.

Caua Reymond e Sofia são inseparáveis (Foto: Reprodução / Instagram @cauareymond)

Apesar de tudo, o pai conta que tentou priorizar o tempo com a filha. “Tenho guarda compartilhada, de segunda a segunda, uma semana. Poder dar o meu melhor como pai é mais do que quebrar um padrão da minha família, é uma questão de sobrevivência. Eu tenho esse compromisso”.