Cidades inglesas exigem o uso de tijolos para abrigar abelhas

Uma lei foi aprovada na cidade de Brighton e Hove, da Inglaterra, com o objetivo de exigir a construção de edifícios usando tijolos capazes de abrigar abelhas

Resumo da Notícia

  • Cidades inglesas exigem tijolos para abrigar abelhas
  • O material possui pequenos buracos que permite que elas possam criar casas
  • O projeto irá ajudar na proteção das abelhas e no desenvolvimento das plantações locais

As cidades Brighton e Hove, na Inglaterra aprovaram uma lei que torna obrigatório o uso de tijolos que podem abrigar e proteger abelhas, para a construção de qualquer edifício.

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Além das abelhas que vivem nas colmeias, também existem as espécies solitárias, que não possuem interação com as outras. Elas são menos agressivas e só atacam quando são ameaçadas por alguém.

Cidades inglesas aprovam lei para construir edifícios com tijolos que abrigam abelhas
Cidades inglesas aprovam lei para construir edifícios com tijolos que abrigam abelhas (Foto: Reprodução / Green & Blue)

Essa espécie também são conhecidas por abrir pequenos buracos nas árvores para fazer ninhos. No entanto, por conta do aumento do desmatamento das árvores no país, o número de abelhas também começaram a diminuir. Por conta disso, as autoridades locais, decidiram aprovar a lei, para que elas possam ter um lugar para viver, e garantir o desenvolvimento do ciclo da vida, garantindo que as plantações das cidades possam gerar mais frutos.

Tijolo Abelha
Tijolo Abelha (Foto: Reprodução / Green & Blue)

O projeto recebeu o nome de “Bee Brick”, que significa “Tijolo de Abelha”, em tradução livre. Ele foi feito em 2014, pelo designer Faye Clifton, no estúdio Green&Blue, em parceria com um ecologista. Além do espaço para o lar das abelhas, o tijolo também possui a estrutura de um concreto reciclado.

“Os tijolos de abelha são apenas uma das várias medidas que realmente deveriam estar em vigor para lidar com as preocupações com a biodiversidade que surgiram ao longo de anos de negligência do ambiente natural”, disse Robert Nemeth, um dos participantes do projeto.